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Perda total: conheça os tipos e saiba o que fazer

A expressão perda total quando se trata de veículos é bastante conhecida, porém ela gera muita dúvida e discussão sobre o que realmente significa. Quem possui um veículo nem sempre concorda com a avaliação da seguradora sobre haver ou não a perda total do veículo e para não passar por isso entenda como funciona.

Tipos de perda total

A perda total pode ser de dois tipos:

Roubo ou furto de veículos não localizados: esse caso ocorre quando o veículo não é localizado.

Veículo danificado: esse caso envolve danos no veículo que podem ser provenientes de colisões, incêndios ou qualquer outro tipo de avaria. Porém, para que seja considerado perda total é preciso que o valor de reparação seja igual ou superior a 75% do total de veículo.

O que fazer em caso de perda total

Para quem tem seguro a perda total só será válida após avaliação da seguradora. Caso o segurado não concorde pode solicitar que seja feita uma avaliação por uma empresa credenciada ao Detran que emitirá um laudo sobre as condições do veículo.

Em caso de perda total também é preciso comunicar ao Detran. Caso o veículo tenha seguro a própria seguradora fará esse comunicado, caso contrário cabe ao dono do bem comunicar. Isso acontece porque caso o veículo tenha sofrido perda total e seja recuperado no seu documento irá constar que ele foi sinistrado, não seu possível excluir essa informação do histórico.

A seguradora deverá no caso de perda total ressarcir o cliente do valor total do bem de acordo com o valor da tabela Fipe. E o prazo para pagamento dessa indenização é de até 30 dias, sendo que na maioria das vezes isso acontece bem antes do prazo.

Uma informação importante é que nesse caso não existe cobrança de franquia, pois essa só pode ser cobrada se houver conserto do veículo.

Contrate seu seguro e fique despreocupado!

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