Seta Balao

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Qual é a marca do seu carro?

Veículo com perda total pode voltar a circular?

Se você já teve um veículo com perda total, certamente se pegou pensando se ele havia voltado a circular pelas ruas. Acertei? Se você quiser saber mais sobre essa questão, acompanhe esse artigo.

Qualquer pessoa que possua um carro está sujeita a sofrer um sinistro com furto ou roubo, ou mesmo uma colisão que faça com que o carro seja considerado como perda total.

Se essa pessoa possui um seguro auto, ela estará tranquila, pois saberá que será indenizada por esse sinistro.

No entanto, nesta situação é provável que ela se pegue pensando, “será que meu veículo com perda total pode voltar a circular?”.

Esta é uma dúvida comum, afinal, quando um segurado é indenizado por perda total, o carro passa a ser de propriedade da seguradora.

Se for um caso de roubo, por exemplo, pode ser que ele seja encontrado depois que a indenização tenha sido paga ao segurado, e ainda se encontre em bom estado.

Neste caso, o que será que ocorre com o veículo nessa situação? Acompanhe o artigo e descubra!

Veículo com perda total pode voltar a circular?

O que acontece com o veículo com perda total? Ele pode voltar a circular?

Existem duas respostas diferentes para essa pergunta, uma para os casos de roubo e furto, e outra para os casos de incêndio, colisão, etc.

Afinal, são sinistros diferentes que podem causar estragos bem distintos ao veículo.

  1. Veículo com perda total por furto ou roubo

Nos casos de furto ou roubo, dependerá apenas da recuperação do veículo.

Caso ele seja recuperado depois de a indenização ser paga ao segurado, e esteja em boas condições, a seguradora pode vendê-lo através de um leilão e assim, conseguir um bom lucro pelo veículo.

No entanto, se o carro foi recuperado com avarias na lataria, ele acabará se encaixando na mesma situação que nos casos de perda total derivada por danos materiais. Veja a seguir.

  1. Veículos com perda total por danos materiais

Nos casos de perda total por avarias na lataria que o valor para o reparo supere 75% do valor do carro, a empresa de seguros terá duas opções.

A primeira consiste em vender as peças do carro para o ferro-velho, caso ele não tenha mais salvação.

Na segunda, o carro pode ser consertado e então vendido.

Esses casos podem acontecer quando uma avaliação no veículo é feita e a empresa de seguros percebe que os retornos financeiros serão melhores seguindo esse procedimento, mesmo que o custo com esse reparo seja maior.

Quando a seguradora opta por consertar o carro, é preciso que ela garanta que todas as avarias serão reparadas conforme a regulamentação feita pelo Contran, prevista na resolução 362/10 do Contran.

Nessa regulamentação, as avarias são classificadas através de pontos e faixas chamas de monta. Entenda melhor como isso funciona:

  1. Pequena monta

Caso a soma das avarias não ultrapasse os 20 pontos, os danos ao veículo serão considerados como pequena monta. Sendo assim, é possível que o carro seja consertado e volte a circular.

  1. Média monta

Caso a soma das avarias fique na faixa de 20 a 30 pontos, as avarias são avaliadas como média monta.

Isso significa que pode ter ocorrido a perda total, mas saiba que a perda total considerada pela seguradora é sempre referente ao valor do conserto do veículo e não aos danos sofridos por ele.

Por isso, nesses casos o carro ainda pode ser recuperado, no entanto, essa situação deverá estar descrita no documento do veículo.

  1. Grande monta

É considerado como grande monta quando as avarias ultrapassam os 30 pontos. Nessa classificação o carro não pode retornar ao uso, e deve então ser vendido a um ferro-velho.

Posso comprar um carro já considerado como perda total?

Existem muitos leilões oficiais que vendem veículos a preços muito mais baixos do que o normal do mercado. Isso acontece porque esses carros geralmente possuem algum problema relacionado a dívidas ou sinistros.

Geralmente, aqueles que contam com problemas relacionados a dívidas são veículos recuperados por instituições financeiras de motoristas inadimplentes ou mesmo apreendidos pela polícia, ou pela justiça para a quitação de dívidas de pessoas físicas ou jurídicas.

Quando os veículos presentes no leilão são relacionados a sinistros, significa que eles pertencem a seguradoras e foram recuperados de sinistros como roubo, furto ou mesmo colisões menos graves.

Nestes casos é comum encontrar na ficha de descrição do veículo a palavra “recuperado”.

Esses veículos são colocados à venda em leilões através da mesma classificação mencionada anteriormente, criada pelo Contran.

Ou seja, se você se deparar com um carro classificado como ‘recuperado’, saberá a situação real dele e poderá inclusive barganhar um desconto.

A compra de um veículo em leilão pode ser bem vantajosa, justamente pelo preço baixo.

No entanto, vale lembrar que esses veículos dificilmente conseguem ser segurados depois de recuperados porque acaba sendo complicado para a empresa de seguro se certificar de que o carro está realmente em condições aceitáveis.

Portanto, se você adquirir um veículo assim classificado, solicite as notas dos consertos e peças trocadas no veículo. Isso pode melhorar sua chance de conseguir uma cobertura de seguro para o carro.

Mas afinal, um veículo com perda total pode voltar a circular ou não?

Sim pode, e essa possibilidade dependerá apenas do tipo e gravidade do sinistro sofrido pelo veículo.

Caso as avarias sejam pequenas, ele poderá sim ser consertado e voltar a circular. Do contrário, o único caminho será ser vendido ao ferro velho.

Portanto, se você sofreu uma perda total, mas acha que o carro não ficou completamente perdido, existe uma grande chance de encontrá-lo novamente na rua, em propriedade de outra pessoa.

Veículo na garantia de fábrica: quem conserta é a concessionária ou o seguro?

Seu carro sofreu um sinistro? Então, na hora dos reparos, é importante ter atenção para escolher entre a concessionária e o seguro. Acompanhe o texto e saiba a quem recorrer em cada situação.

Ao comprar um carro, é fundamental também contratar um seguro auto. Afinal de contas, o seu veículo fica sujeito a uma série de sinistros, como colisões e incêndios, e um seguro pode ressarcir seu prejuízo.

Porém, pouca gente considerar outro fator nessa equação: a garantia de fábrica do carro.

Quando o veículo ainda está em sua garantia, quem deve consertar o automóvel: a concessionária ou o seguro?

Existem dois tipos de garantia, que geralmente são associadas pela concessionária. A primeira é chamada de garantia legal, e é estabelecida no Código de Defesa do Consumidor.

Sua duração é de 90 dias. Já a garantia contratual pode ter duração de até 6 anos, mas este período varia conforme a vendedora.

Se um veículo tiver a garantia total possível, ele poderá ser cuidado pela concessionária por até 6 anos e 3 meses.

Existem três cenários em que é preciso considerar essa relação entre seguradora e concessionária. Na primeira situação, não há um grande sinistro, mas sim problemas elétricos ou mecânicos.

No segundo, há um sinistro, em que a mecânica ou elétrica do carro também deverá ser consertada.

Por último, o carro não está mais na garantia dada pela vendedora. Acompanhe, a seguir, o que acontece em cada situação.

Veículo na garantia de fábrica: quem conserta é a concessionária ou o seguro?

Seguro ou concessionária: onde reparar o veículo?

1. Quando o carro sofre problemas mecânicos ou elétricos

O papel da garantia do carro é garantir o seu funcionamento pleno. Por isso, quando problemas elétricos ou mecânicos ocorrem com o automóvel, ele deve ser consertado pela concessionária.

Isso, claro, desde que o automóvel ainda esteja em seu período de garantia.

Por isso, se os reparos realizados forem apenas os citados, esqueça da seguradora por um momento.

Você deverá informá-la sobre o problema, mas o conserto ficará por conta da fabricante. Os reparos dentro da garantia são realizados de modo gratuito.

Enquanto o carro estiver na garantia, só realize esses tipos de reparos com a concessionária. Do contrário, você poderá perder o direito à garantia.

2. Quando o carro sofre um sinistro

Seu veículo ainda está na garantia, e sofreu um sinistro? Bom, neste caso, as responsabilidades poderão ser divididas.

Se houverem danos elétricos ou mecânicos, a concessionária deverá consertá-los, de modo gratuito. Outros danos também poderão ser reparados pela fábrica, como no caso de amassados à lataria.

Porém, neste caso, haverá cobrança pelos serviços “extras”. É aí que a seguradora entra.

Um seguro de veículo tem como objetivo cobrir os prejuízos do consumidor em caso de sinistro. Ou seja, se algo ocorrer com o carro, a seguradora paga pelo seu reparo.

Considerando que a concessionária realizará os reparos mecânicos e elétricos, é possível solicitar os demais reparos necessários.

Afinal, isso poderá tornar todo o processo mais rápido. A seguradora ficará responsável pelo pagamento destes reparos secundários.

Antes de solicitar o conserto, porém, é importante informá-los à seguradora. Para que a empresa pague pelos serviços, ela deverá concordar com o orçamento.

Por isso, a companhia entrará em contato com a concessionária, negociando um preço. Se ambas as partes concordarem, a concessionária realizará todos os consertos.

Se não, os reparos que não forem mecânicos ou elétricos deverão ser feitos por outra oficina, pré-aprovada pela segurada.

E a franquia do seguro?

É importante destacar que um seguro de veículo conta com franquia. A franquia é o valor de responsabilidade do consumidor na hora do pagamento dos reparos.

Seu custo varia por contrato. Por isso, é importante verificar o acordo realizado com a empresa de seguro. Os valores podem ser fixos ou percentuais.

Imagine que a sua franquia seja de R$ 1 mil. Seu carro sofre uma colisão, e os reparos mecânicos serão feitos gratuitamente pela concessionária. Já o conserto da lataria terá custo de R$ 3 mil. Você, então, pagará R$ 1 mil à oficina, e a seguradora irá arcar com os R$ 2 mil restantes.

3. Quando o carro não está mais na garantia

Se o veículo sofre um sinistro quando não está mais na garantia de fábrica, os custos do seu reparo ficam por conta da seguradora.

Isso independentemente do tipo de reparo necessário. Aqui, os usuários também precisam pagar a franquia do seguro.

Para este tipo de situação, o usuário pode escolher entre uma oficina credenciada pela seguradora e uma de sua preferência.

A vantagem em trabalhar com a empresa referenciada é que muitas delas oferecem descontos na franquia.

O mesmo vale para quando os reparos não são mecânicos ou elétricos, mesmo que a garantia de fábrica ainda esteja ativa.

Se o conserto foge dessas duas bases, ele deverá ser inteiramente pago pela seguradora e usuário, em uma oficina que não seja da concessionária.

Agora você já sabe quando levar o carro à concessionária, e quando levá-lo à seguradora. Lembre-se de sempre avisar à seguradora sobre qualquer problema, mesmo que ela não tenha que atuar no conserto.

Qualquer alteração no carro não informada à empresa, mesmo que pequena, pode trazer problemas no futuro. Há casos, por exemplo, em que a seguradora nega o pagamento da indenização.

Mitos sobre perda total no seguro do carro

Quer saber o que é verdade e o que é mito sobre perda total no seguro do carro? Descubra neste nosso artigo, com alguns exemplos!

Se você tem um veículo, talvez já tenha sido “vítima” de alguns mitos sobre perda total de seguro de carro.

São vários, que confundem os usuários e deixam dúvidas sobre quando, realmente, é possível obter a indenização da seguradora.

A contratação de um seguro para veículos geralmente conta com coberturas básicas. Essas coberturas protegem o veículo contra colisões, furto, roubo e incêndio. Tanto em caso de perda parcial, quanto na perda total.

Mas as histórias sobre perda total, em que o consumidor não recebeu nada, são relativamente comuns. E é aí que surgem vários mitos sobre perda total no seguro de carro.

É para desmistificar cenários assim que produzimos este texto. Continue lendo e descubra tudo o que você precisa sobre o assunto.

Mitos sobre perda total no seguro do carro

Você sabe o que acontece depois da perda total?

A perda total é entendida como a situação em que o carro não pode mais ser utilizado pelo consumidor.

Após a sua ocorrência, o CRV (Certificado de Registro de Veículo) é transferido para a seguradora. Então, o veículo passará a ser propriedade da empresa.

Assim que a transferência é efetivada, o seguro realiza o pagamento da indenização integral ao usuário. Esse valor fica dentro do percentual contratado da Tabela FIPE, tendo como referência o mês da liberação do pagamento.

O objetivo dos montantes é permitir ao consumidor a compra de um novo veículo. Ainda assim, ele não é obrigado a fazer essa compra, podendo utilizar o dinheiro como achar melhor.

Também é permitido que os segurados contratem além dos 100% da Tabela FIPE. Com essa opção, o consumidor irá receber os 100% do valor do veículo, mais alguma porcentagem, como de 5%, desse valor.

Caso ainda tenha contratado as chamadas “coberturas adicionais”, que protegiam acessórios e vidro do veículo, por exemplo, o segurado receberá valores referentes a cada serviço extra.

No caso de um veículo alienado, seja por financiamento ou por consórcio, o procedimento é outro. Aqui, parte da indenização é usada para o pagamento da dívida com o banco.

Depois, o carro é transferido para a seguradora, e só então o consumidor recebe seus valores. Porém, ele receberá os montantes que tiverem sobrado após a quitação da dívida de compra do carro pela seguradora.

Conheça alguns mitos sobre perda total no seguro do carro

Mito 1: perda total significa perda completa

O primeiro equívoco sobre a perda total se refere a quando ela realmente acontece. Por isso, é preciso explicá-la: a perda total ocorre quando os custos com o conserto do veículo passam de 75% do seu valor de mercado.

Neste caso, o valor comercial do veículo é o indicado na Tabela FIPE.

Valores indicados em outros tipos de tabulação ou avaliação também podem existir, mas só são utilizados quando ficam especificadas na apólice do seguro contratado.

Quer contratar um seguro auto, mas está com o nome sujo? Acesse e veja como é possível ter essa segurança.

Mito 2: defeitos podem garantir perda total

Um outro engano, que muitas vezes acontece, consiste na ideia de que outras situações podem definir a perda total.

Como danos no eixo do carro, ou ainda a abertura do air bag.  Porém, estas ideias são equivocadas.

O máximo que pode ocorrer nesses cenários é o pagamento da indenização parcial, já que a perda também será parcial. Porém, essas coberturas dependerão do contrato da proteção.

Mito 3: roubo do carro configura perda total

O roubo ou furto do veículo, sem a recuperação pela polícia, não configura um sinistro integral. Porém, nestes casos, o usuário também recebe a indenização integral do seguro. Assim, ele poderá adquirir um novo carro.

Mito 4: basta dizer que o carro teve perda total

Os trâmites para solicitar a perda total de um veículo para a seguradora também costumam gerar entendimentos incorretos. Por isso, é importante desmistificá-los.

De forma inicial, a seguradora irá solicitar a realização de um orçamento com relação ao conserto do veículo. É comum que haja a exigência de, pelo menos, 3 orçamentos diferenciados do montante a ser cobrado.

É com base nestes valores que a seguradora irá verificar se os custos serão superiores a 75% do preço do veículo.

Caso este montante não seja alcançado, o proprietário deverá fazer o conserto do automóvel. Isso porque, terá havido perda parcial, que configura apenas o pagamento dos reparos pela seguradora.

Mito 5: indenização integral é maior do que a FIPE

Quando a caracterização de perda total ocorre, a seguradora faz o ressarcimento do valor do veículo de acordo com a tabela FIPE.

Ou, então, de acordo com o valor que aparece no contrato. Nem um centavo a mais, nem um centavo a menos.

Como citado, no entanto, podem existir coberturas adicionais, para equipamentos existentes no interior do veículo. Apenas nestes casos, e se a indenização for prevista na apólice, os valores serão adicionados à indenização principal.

Mito 6: não existe perda total para carro de terceiro

Outra dúvida muito comum entre os motoristas se refere a quando a perda total acontece no carro de terceiro. Nessa situação, é importante ficar atento à cláusula sobre cobertura a danos materiais a terceiros.

Esse tipo de cobertura é adicional, e suas regras são executadas conforme o que aparece no contrato. Portanto, podem variar bastante de seguradora para seguradora, e também de cliente para cliente.

De qualquer forma, a cobertura para terceiros costuma, sim, cobrir perda parcial e total de outros carros. Mas há um limite de custos com os quais a seguradora arca.

Mito 7: se quiser, a seguradora pode negar a indenização integral

A seguradora pode negar a indenização em caso de perda total. Mas não “se quiser”: apenas se o consumidor desrespeitar a apólice do seguro.

Todas as regras para a utilização da proteção ficam listadas em contratado. No documento, há normas que dizem que, se infringir a lei, o usuário perde a cobertura.

Isso inclui, por exemplo, dirigir embriagado, ou entregar a direção a alguém que não possui habilitação.

Quando há fraude, a indenização também pode ser negada. Um exemplo de fraude é provocar um sinistro de modo proposital, apenas para receber a indenização.

Agora você já conhece alguns dos mitos sobre perda total no seguro do carro, e a verdade sobre eles. Na hora de contratar sua proteção, tenha o cuidado de ler bem o contrato, para que todas as cláusulas sejam respeitadas.

Tanto por você, quanto pela seguradora. Também vale a pena contar com um bom corretor de seguros. O especialista pode te ajudar a encontrar a melhor cobertura e empresa.

Coisas que você deve saber na hora de contratar um seguro auto

Quem tem um carro e quer utilizá-lo de forma tranquila, sem preocupações, precisa ter um seguro auto. Porém, na hora de contratar esse serviço, é necessária atenção. São muitos os planos de proteção, e o usuário precisa ter a certeza de pagar apenas pelo que precisa.

Contratar um seguro auto é uma tarefa simples, mas requer cuidados. Isso porque, são muitos os planos e seguradoras no mercado.

Alguns podem não atender ao que o consumidor precisa. Outros, podem “exagerar” nas proteções, tendo um custo maior do que o ideal.

Mas você não precisa desanimar. Com algumas dicas, você vai encontrar, rapidinho, a melhor proteção para o seu veículo.

Lembre-se, apenas, de sempre ler o contrato com atenção. Antes de assiná-lo, você precisa compreender cada requisito e cláusula. Assim, você receberá a indenização sempre que for necessário.

A seguir, listamos 7 coisas que você precisa saber antes de contratar um seguro auto. Acompanhe e faça a melhor contratação!

Coisas que você deve saber na hora de contratar um seguro auto

7 coisas para ficar de olho ao contratar um seguro auto

Um seguro auto é essencial para que o usuário tenha seus prejuízos com o carro ressarcidos. Após uma colisão, por exemplo, pode ocorrer uma perda parcial do veículo.

Ou seja, ele ficará danificado, e precisará ir à oficina. Neste caso, a seguradora paga por parte do conserto, e o consumidor por outra parte. Essa divisão de custos torna o valor mais leve ao bolso do cliente.

Outra possibilidade é que ocorra um sinistro total. Neste caso, o reparo do carro teria custo maior do que 75% do valor do carro.

Assim, o automóvel não é consertado. Em vez disso, o segurado recebe a indenização integral do seguro. Com ela, ele poderá comprar um novo carro.

Todas essas garantias, porém, só existem quando o cliente faz a contratação correta.

É preciso ter a certeza de que a seguradora é de confiança, e também de que o plano é o ideal para as suas necessidades. Veja, nos próximos tópicos, dicas para contratar o melhor seguro auto.

1 – Pesquisa de valores e coberturas

Antes de escolher uma seguradora, o consumidor deve fazer uma pesquisa em, pelo menos, três empresas.

Nesse momento, será hora de avaliar não somente os valores das proteções, mas também quais são as coberturas e serviços inclusos. É importante optar pela companhia com melhor custo-benefício.

As coberturas de seguro são as mais diversas. A mais básica geralmente protege o veículo contra roubo, furto, incêndio e queda de raio.

Porém, também é possível contratar coberturas adicionais, como a que protege os acessórios do carro (rádio, kit gás, TV automotiva etc.), vidros, a que dá assistência 24 horas ao motorista e outras.

Com tantas opções, o usuário precisa considerar as suas necessidades. De nada adianta, por exemplo, contratar uma cobertura contra inundações, se a sua cidade não tem ocorrências do problema.

Incluir a proteção do plano só serviria para encarecê-lo, já que o número de coberturas influencia no custo total.

Ainda assim, é importante não eliminar coberturas apenas para economizar. Nestes casos, se uma cobertura é necessária, mas não é contratada, o consumidor pode se arrepender.

Afinal, após um sinistro, o usuário terá que arcar sozinho com o prejuízo. Esse tipo de gasto costuma ser bem maior do que seria necessário se  a seguradora arcasse com o prejuízo.

Pesquise com amigos e online!

Também vale a pena pesquisar com conhecidos sobre o atendimento das seguradoras e o suporte que elas oferece. É muito provável que você conheça um motorista segurado, não é mesmo?

Ter  maior noção sobre o atendimento da seguradora vai lhe dar mais garantias de uma boa assessoria quando você mais precisar.

Além disso, o SeguroAuto.org oferece uma forma fácil de fazer essa pesquisa detalhada, sem que o usuário precise entrar em contato com várias empresas.

Basta que você envie os seus dados e de seu veículo no site. Depois, em pouco tempo, você receberá a cotação dos preços dos seguros das melhores empresas da sua região.

O atendimento é feito por um corretor especializado, que ainda poderá sanar as suas dúvidas.

2 – Avaliação da franquia

A franquia do seguro é um valor que o segurado paga em caso de sinistro. É por meio dela que seguradora e consumidor “dividem” os custos com o reparo do carro.

A franquia só é cobrada em caso de sinistro parcial e, quanto maior ela for, menor costuma ser o valor de seguro.

Imagine que o seu seguro tenha franquia de R$ 1 mil. Seu carro sofre uma colisão, e seu conserto ficará em R$ 3 mil.

Isso significa que você será o responsável por pagar R$ 1 mil à oficina, e a seguradora vai quitar os R$ 2 mil restantes.

Nossa dica é: se você está preocupado com pequenos danos, opte por uma franquia menor. Se um sinistro ocorrer, você irá pagar a maior parte do prejuízo. Em contrapartida, o custo do seu seguro será menor.

Já se a sua preocupação forem danos maiores,  escolha uma franquia maior. Assim, grandes prejuízos serão pagos pela seguradora.

Essa geralmente é a melhor alternativa para motoristas piuco experientes e/ou mais sujeitos a sinistros.

Em todo o caso, a melhor opção de franquia costuma ser a básica. Isso porque, ela balanceia bem o custo do seguro e o valor da franquia do consumidor.

3 – As classes de bônus

O bônus é válido apenas para quem está renovando o seguro ou trocando de seguradora. Ele consiste em um desconto sobre o valor do prêmio, concedido conforme o número de pontos do usuário.

O indivíduo acumula um ponto a cada ano em que renova o seguro. Porém, é preciso que ele não tenha registrado nenhum sinistro no ano anterior.

A cada vez que um sinistro é registrado, o consumidor perde uma classe de bônus. Ou seja, perde uma porcentagem de desconto que receberia ao renovar a proteção para ao veículo.

Os valores de desconto variam por operadora. Por isso, é importante consultar as regras do benefício com a seguradora escolhida.

De qualquer forma, é importante dizer que as classes de bônus estão ligadas ao CPF do consumidor. Não ao carro, nem a seguradora.

Assim, o usuário pode mudar de automóvel e de seguradora, mas continuará tendo acesso ao desconto.

4 – Modelo do carro x seguro

Entre os fatores que a seguradora avalia para a definição do custo do seguro, está o modelo do carro. Para quem está pensando em comprar um veículo, vale a pena pesquisar o seguro antes.

Isso porque, algumas marcas e modelos de carros costumam ter maior incidência de roubos e furtos. Nesse caso, o seguro delas também é mais caro, já que a seguradora terá maior risco de arcar com indenizações.

5 – Você não deve mentir

Na hora da contratação do seguro, o usuário precisa preencher um formulário. Esse formulário vai caracterizar o perfil do condutor ou condutores do carro, além dos hábitos de utilização do veículo.

O questionário serve para a seguradora identifique os riscos de veículo e, assim, elabore uma apólice.

Basicamente, quanto maior o risco de sinistro, maior o custo do seguro. Assim, a seguradora resguarda seus lucros.

Afinal, se ela corre o risco de pagar indenização de modo mais frequente, ela precisa garantir que receberá o suficiente para essas indenizações e o seu lucro empresarial.

Por isso, a mentira ou omissão de informações por parte do consumidor pode prejudicar a definição dos custos considerados justos.

Após um sinistro, a seguradora faz uma nova avaliação do perfil do indivíduo e de como a ocorrência se desenrolou.

Caso perceba inconsistências entre os fatos e informações, a empresa poderá alegar fraude pelo usuário, e então se negar a pagar a indenização.

Isso acontece, por exemplo, quando o motorista diz que é o único e exclusivo condutor do carro, mas, na verdade, sua esposa também dirige o veículo quase todos os dias.

Ou então, quando o perfil na apólice diz que o carro sempre fica estacionado em lugar fechado e seguro durante o dia, mas o veículo é furtado porque estava parado na via pública.

6 – Atenção à vistoria prévia

A vistoria prévia é solicitada pelas seguradoras, para que ela avalie a condição em que o veículo se encontra. Tanto no aspecto visual, quanto em suas características motoras e elétricas.

Defeitos no carro podem favorecer sinistros e, então, tornar a necessidade de indenização mais evidente.

Este fator pode influenciar no custo do seguro, mas também na negativa da proteção. Ou seja, a empresa não é obrigada a segurar seu veículo.

Se achar que o negócio não vale a pena, ela tem a liberdade de pedir ao usuário que procure por outra companhia de proteção. Isso, claro, antes da assinatura do contrato.

É a própria seguradora que realiza a inspeção, ou então uma empresa credenciada por ela. Porém, o procedimento nem sempre é solicitado.

Vale a pena verificar se a empresa desejada faz essa avaliação, e já se programar para levar o carro à oficina para análise.

7 – Recusa da proposta

Como citado, pode acontecer de a seguradora recusar a proposta de proteção do seu carro, por vários motivos.

Como por documentos irregulares, inadimplência de pagamento das mensalidades, carteira de habilitação suspensa, carro blindado ou de luxo e outros. Por isso, é preciso que você esteja atento.

Em caso de recusa, o seu veículo só estará coberto por dois dias após o contato da seguradora. O tempo é o suficiente, apenas, para que o consumidor procure  por uma nova companhia.

De qualquer forma, você pode avaliar o porquê da recusa, e então solicitar uma nova avaliação pela mesma seguradora. Por vezes, a entrega dos documentos faltantes é o suficiente para a aprovação pela empresa.

Na hora de contratar um seguro auto, fique de olho nessas dicas e conte com a ajuda do SeguroAuto.org ao fazer sua cotação. Assim, você vai obter a melhor proteção para o seu carro!

Tabela de preço médio do seguro do JAC T50

Na tabela de preço médio do seguro do JAC T50 é possível ter uma ideia dos preços praticados no mercado. Confira essa informação e entenda porque existe uma variação no custo do seguro de um seguradora para outro.

O JAC T50 é uma evolução do T5 e vem equipado com um 1.6 aspirado de 138 cv, o mesmo modelo que é utilizado no T40.

Por dentro ele ganhou um painel com comandos agrupados o que o deixou mais enxuto e uma central multimídia que permite ajustar diferente comandos do veículo.

O espaço comporta muito bem 5 ocupantes que vajam confortavelmente, na frente os bancos contam com apoios laterais e atrás o banco se torna reclinável. Há também um bom espaço no compartimento que leva as bagagens.

Tabela de preço médio do seguro do JAC T50

Vantagens do JAC T50

  • Recurso de espelhamento de smartphones
  • Câmera de ré com imagem de 360º
  • Porta-malas espaçoso

Desvantagens do JAC T50

  • Colunas largas que dificultam a visibilidade
  • Câmbio mal ajustado
  • Ficha técnica do JAC T50 2019
Motorização 1.6 DVVT
Cilindrada em cm3 1.590
Número de cilindros 4 em linha
Tipo Dianteiro, transversal, gasolina
Válvulas 16
Torque máximo 17,1 kgfm a 4.000 rpm
Injeção eletrônica de combustível Multiponto
Potência Máxima 138 cv a 6.000 rpm
Transmissão Automática do tipo CVT com seis marchas simuladas
Freios Disco ventilado na dianteira e disco sólido na traseira
Tração Dianteira
Direção Elétrica
Rodas Liga-leve de 16 polegadas
Suspensão Dianteira: Independente, McPherson; Ttraseira: Eixo de torção
Largura 1.765 mm
Comprimento 4.345 mm
Altura 1.640 mm
Entre eixos 2.560 mm
Tanque 45 l
Porta-malas 400 l

Confira a tabela de preço médio do seguro do JAC T50

Uma das formas se saber quanto está saindo um seguro é fazer uma pesquisa de mercado. Para te ajudar nesse processo levantamos algumas informações que podem ajudar.

Vale ressaltar que os dados apresentados podem variar e devem ser usados apenas para pesquisa, informações mais precisas só serão obtidas solicitando uma cotação.

Veja a tabela de preço médio do seguro do JAC T50 que reúne as informações que conseguimos.

Qual é o preço médio do seguro JAC T50 2019?

O preço médio do seguro JAC T50 2019 é de R$ 4.270,00. Confira a tabela com o preço do seguro auto!

Modelo Perfil de condutor Localidade Preço
JAC T50 1.6 16V 5p Aut. 2019 Paraná R$ 2.250,00
JAC T50 1.6 16V 5p Aut. 2019 Paraná R$ 2.460,00
JAC T50 1.6 16V 5p Aut. 2019 Rio Grande do Sul R$ 6.140,00
JAC T50 1.6 16V 5p Aut. 2019 Rio Grande do Sul R$ 3.170,00
JAC T50 1.6 16V 5p Aut. 2019 Rio Grande do Sul R$ 4.270,00

Por que o valor do seguro varia tanto?

Você deve ter visto as informações na tabela de preço médio do seguro do JAC T50 e possivelmente notou que existem variações.

Se solicitar uma cotação em diferentes seguradoras isso também acontecerá e, pode ser que receba mais de uma proposta da mesma empresa.

Isso acontece porque são consideradas algumas variáveis na hora de formar o preço como local de residência, idade, sexo e estado civil do condutor, tempo de habilitação, histórico ao volante, coberturas contratadas, para que o veículo é utilizado entre outros.

Cada um desses possui um peso na hora de verificar quais as chances de ocorrer um sinistro e qualquer pequena alteração pode influenciar no preço.

Como cada pessoa possui características únicas e pode contratar coberturas variadas, a variação ocorre por esse motivo.

Depois de consultar a tabela de preço médio do seguro do JAC T50 e entender a variação de preço do seguro, peça uma cotação e veja quanto custa para proteger os eu carro.

*Fonte: MeuSeguroNovo. Consulta realizada em Março/2019
*O SeguroAuto.org não se responsabiliza pelos valores aqui mencionados, visto que o preço do seguro pode variar conforme o perfil de cada motorista.

Seguro de carro ou proteção veicular: o que compensa mais?

Quem busca proteção para o veículo deve ficar atento na hora de contratar o seguro. Isso porque, existe no mercado outro produto, com funções semelhantes, mas características diferentes. É a proteção veicular, que pode ser vantajosa, mas merece cuidado. Acompanhe o texto e saiba porquê!

Talvez você já tenha ouvido reclamações sobre a proteção veicular. Muitos consumidores contratam a opção após confundi-la com o seguro, e se decepcionam após um sinistro.

Afinal, a cobertura da proteção têm regras bastante diferentes.

Apesar de oferecer proteção para o carro em casos de acidentes e roubos, a proteção veicular tem o funcionamento bastante diferente do seguro.

Enquanto o seguro auto é comercializado por corretoras que são credenciadas a Susep (Superintendência de Seguros Privados), a proteção veicular é ofertada por cooperativas.

Por isso, ela não funciona de modo tão rigoroso  em relação à legislação. Além disso, suas coberturas são mais limitadas.

Existem ainda muitas outras diferenças entre esses dois produtos. Confira algumas delas a seguir.

Seguro de carro ou proteção veicular: o que compensa mais?

Quais as diferenças entre o seguro auto e proteção veicular?

Adesão

  • Seguro auto: para aderir a um seguro auto, é preciso solicitar uma cotação com a seguradora desejada. Na maior parte das vezes, é indicado fazer cotações com várias seguradoras, para a comparação de preço. Também costuma ser preciso que o veículo passe por uma inspeção antes da aceitação do carro pela seguradora.

O processo é um pouco burocrático e pode levar alguns dias. Além disso, a apólice só começa a vigorar após o pagamento da primeira parcela.

  • Proteção veicular: apesar de também exigir uma inspeção e pagamento da taxa, logo que o contrato é assinado, a proteção já começa a vigorar.

Apólice

  • Seguro auto: um seguro sempre conta com uma apólice. No documento, ficam descritas todas as responsabilidades e deveres do segurado e seguradora, os valores de indenização e franquia e coberturas oferecidas. Todos os riscos são transferidos para quem oferta o seguro e, a seguradora assume a responsabilidade de arcar com os prejuízos de sinistros.
  • Proteção veicular: esse tipo de acordo não possui apólice. Na proteção veicular, é estabelecido um contrato, onde todos os associados da cooperativa têm uma responsabilidade mútua sobre o veículo. Dessa forma, todos os riscos são divididos entre os envolvidos. Ou seja: após um sinistro, os custos com o reparo do veículo serão pagos por todos os associados do “plano” de proteção.

Custo mensal

  • Seguro auto:depois de analisar o perfil do motorista, modelo do veículo e diversos outros fatores, o prêmio (valor do seguro) é determinado pela seguradora. Esse valor pode ser pago em uma cota única ou parcelado com valores fixos mensais.

Vamos a um exemplo, para a comparação com os custos da proteção veicular, que explicaremos a seguir.

Para a cotação de um seguro, consideramos um Onix 2015, e parcelamos o valor do serviço em 12 vezes, arredondando as parcelas.

Tokio Marine Seguradora – R$ 135,00 mensais;

Liberty Seguros – R$ 188,00 mensais;

HDI Seguros – R$ 396,00 mensais.

  • Proteção veicular:o preço cobrado na proteção veicular também é mensal. Porém, a composição das parcelas é bastante diferente. O valor cobrado corresponde à taxa de administração do plano, além do rateio dos valores pagos no mês anterior para o pagamento de sinistros.

Ou seja, o usuário paga uma taxa fixa por mês, mais o valor que precisar desembolsar naquele mês para o pagamento de um sinistro no carro de algum dos associados.

Os valores desse sinistro são divididos entre todos os participantes do plano de proteção.

A proteção veicular pode ser encontrada por valores a partir de R$ 85,90 mensais. No entanto, isso varia de acordo com as coberturas oferecidas e a empresa. Confira alguns dos valores mínimos cobrados pela proteção veicular:

Unibras Mais – a partir de R$ 85,90 mensais;

Auto Visa Rio – a partir de R$ 99,00 mensais;

Infinity Proteção Veicular – a partir de R$ 118,00.

Regulamentação

  • Seguro auto: seguros são regulamentados pela Susep e precisam seguir a legislação vigente. Esse tipo de serviço também está sob supervisão do Ministério da Fazenda e passa por fiscalização constantemente.
  • Proteção veicular: por se tratar de um serviço oferecido por cooperativa, a proteção veicular não precisa seguir nenhuma legislação específica. Portanto, fica a cargo dos associados determinarem as regras. Não são incomuns os casos de reclamações sobre o assunto, já que, muitas vezes, a cooperativa não cobre o sinistro, e não resta nada ao usuário a não ser recorrer à Justiça.

Coberturas

  • Seguro auto: as coberturas comercializadas são, basicamente, as mesmas na maioria das seguradoras. Elas incluem roubo, furto, colisões, incêndios e danos a terceiros. Além dessas, podem ser ofertadas outras coberturas adicionais, como para a proteção dos acessórios do carro (som automotivo, kit gás etc.), dos vidros do veículo, assistência 24 horas e outros.
  • Proteção veicular: possui as mesmas coberturas básicas ofertadas pelo seguro auto mas, no geral, não conta com as adicionais.

Franquia

  • Seguro auto: o seguro de carro conta com algo chamado de franquia. A franquia precisa ser paga pelo consumidor em caso de perda parcial. Ou seja, quando o conserto do carro terá custo menor do que 75% do seu valor de mercado.

Imagine que o seu carro sofra uma colisão, e seu seguro tem franquia de R$ 1 mil. Os reparos do veículo ficarão em R$ 3 mil.

Isso significa que você pagará R$ 1 mil à oficina, e a seguradora irá pagar os R$ 2 mil restantes. A franquia normalmente tem preço fixo, indicado em contrato. O valor não é cobrado em danos a terceiros.

  • Proteção veicular: com a proteção, os valores totais para conserto do sinistro são pagos por todos os usuários. Por isso, não há um custo fixo: ele é calculado conforme o sinistro ocorrido e o número de participantes da associação. Além disso, a franquia é cobrada em danos a terceiros.

Qual proteção escolher para o carro?

Depois de conhecer as diferenças entre o seguro de carro e a proteção veicular, é preciso ter uma pouco de atenção na hora de contar com proteção para o seu veículo.

As vantagens em se optar pela proteção veicular incluem a facilidade em contratá-la e, algumas vezes, no seu preço menor.

Fora esses, porém, não existem muitos outros benefícios na opção. Afinal de contas, a modalidade não conta com regulamentação específica, nem com órgão regulador.

Devido a essa “frouxidão” nas regras, não são incomuns casos em que os consumidores não obtém a assistência acordada, ou que, ao menos, eles acreditavam a que tinha direito.

O resultado é o prejuízo após o sinistro, além de dores de cabeça e até processos judiciais, caso o usuário deseje recorrer da decisão da cooperativa.

Assim, vale a pena procurar por uma seguradora e realizar sua cotação de um seguro. Por possuir regulamentação nacional, a opção tem chances bem menores de trazer problemas.

Além disso, você pode contar com um bom corretor de seguros. O especialista pode te auxiliar na escolha da melhor cobertura. Ele também servirá como um intermediário entre você e a seguradora em caso de sinistro.

Agora que você já conhece tudo o que precisa sobre a proteção de veículo e o seguro de carro, avalie a melhor opção ao seu automóvel!

Mas lembre-se: a pesquisa é fundamental na hora de encontrar o melhor preço e coberturas para o carro.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

*Seguroauto.org não se responsabiliza pelos valores aqui mencionados, visto que o preço do seguro pode variar conforme o perfil de cada motorista.

Seguro cobre quando segurado, condutor e proprietário são diferentes?

Contratar um seguro de carro é fundamental, mas muita gente tem dúvidas sobre quando o sinistro é coberto. Por exemplo: a seguradora cobre quando o segurado, condutor e proprietário do veículo são pessoas diferentes? Descubra a resposta no texto!

Um seguro auto tem três agentes principais: o segurado, o condutor e o proprietário. Às vezes, esses três são a mesma pessoa, o que facilita a cobertura.

Em outros casos, porém, esses agentes são diferentes. Então, surge a dúvida: no segundo cenário, o seguro cobre os sinistros?

Antes de tudo, é preciso explicar quem é quem no contrato do seguro. O segurado é a pessoa que contrata a proteção para o veículo, e que responde pelo pagamento de suas parcelas.

Já o condutor é o motorista do veículo no momento do sinistro.

O proprietário, por sua vez, é o dono do carro, o nome que aparece no CRV do automóvel. O CRV é o (Certificado de Registro de Veículo).

A seguir, explicamos as regras sobre cada um dos indivíduos, para que o sinistro seja sempre coberto.

Seguro cobre quando segurado, condutor e proprietário são diferentes?

O que acontece quando o segurado, condutor e proprietário são diferentes?

As regras sobre o segurado e o condutor

Na hora de contratar o seguro, a seguradora presume que o segurado é a mesma pessoa que vai dirigir o veículo. O perfil do motorista do carro é fundamental para a definição do custo da proteção.

Isso porque, quanto mais experiente o condutor, menor a sua chance de sinistro. Logo, menor o custo do seu seguro.

Por este motivo, não há problema quando o segurado é uma pessoa diferente dos outros agentes do contrato. Porém, é essencial que essa diferenciação seja informada à seguradora.

Do contrário, após um sinistro, a empresa poderá acusar fraude por parte do usuário. Assim, a indenização poderá ser negada.

Na hora da cotação do seguro, também é importante informar a relação entre o segurado e o condutor. As mais comuns são pai/filho, cônjuge/cônjuge/ e sócio/empresa.

Outra dica é indicar os condutores secundários à seguradora. O condutor secundário é um indivíduo que dirige o carro, mas de modo mais esporádico do que o motorista principal.

É importante dizer que algumas empresas têm regras mais específicas sobre o assunto.

Há, por exemplo, aquelas que não cobrem o sinistro se o carro for conduzido por uma pessoa que não aparece como condutor secundário. Nessas situações, emprestar o carro para um amigo pode ser um problema.

Outras seguradoras só fazem o pagamento dos prejuízos se o usuário indicar que motoristas menores de 25 anos poderão conduzir.

Se um indivíduo dessa idade sofrer um sinistro, e não houver essa indicação na apólice, o sinistro pode não ser coberto.

Dessa forma, é fundamental ter atenção ao contrato do seu seguro. Na dúvida, questione a informação à seguradora, antes mesmo de assinar o contrato.

Assim, você terá maior segurança de sempre ter seus prejuízos cobertos. Mas atenção: só contrate seguradoras autorizadas pela Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Elas são as únicas que podem prestar esse tipo de serviço no País.

Normas sobre o proprietário

Uma das principais preocupações da seguradora em relação ao proprietário é o CRV. Isso significa que, se o carro foi vendido, e o CRV foi atualizado, a seguradora deverá ser informada.

Do contrário, haverão problemas, pois as informações do contrato estarão desatualizadas. Isso compromete as coberturas da proteção.

Já se o motorista e/ou segurado tiverem relação com o proprietário do veículo, não haverá problema. Novamente, as relações mais comuns são entre pai/filho, cônjuge/cônjuge/ e sócio/empresa.

Lembre-se, de qualquer forma, que o desrespeito às normas de trânsito elimina o direito do consumidor de cobertura do sinistro.

O mesmo para a condução por pessoa não habilitada e por motorista embriago. Isso independentemente de quem estiver no volante — segurado, condutor, proprietário ou um terceiro.

Agora você já sabe quando o seguro cobre segurado, condutor e proprietário diferentes. Conte com um bom corretor de seguros, e ele poderá te auxiliar na escolha da melhor proteção!

Tabela de preço médio do seguro do Audi A7

A tabela de preço médio do seguro do Audi A7 pode ser usada na pesquisa de valores. Veja as informações que ela apresenta e aprenda como é formado o valor do seu seguro auto.

O Audi A7 é um carro que está há alguns anos no mercado e a sua versão 2019 é um Sportback que além de transmitir um ar de esportividade tem uma certa agressividade.

Suas linhas são contínuas e o seu posicionamento nas laterais ajudam a dar um jeito de flecha. Isso reforça a esportividade e lembra de velocidade.

Por dentro existem duas telas sensíveis ao toque que ajudam controlar todos os ajustes do veículo, além de música e navegação.

A tecnologia também se faz bastante presente com sensores ultrassônicos, câmeras, scanner a laser, estacionamento remoto, piloto automático, etc.

Tabela de preço médio do seguro do Audi A7

Vantagens do Audi A7

  • Porta-malas espaçoso
  • Bom espaço para as cabeças no banco de trás
  • Sistema multimídia interativo

Desvantagens do Audi A7

  • Ainda não foi identificado

Ficha técnica do Audi A7 Sportback Ambition 3.0 TFSI 2019

Câmera de ré Sim
Motorização 3.0 Turrbo TFS
Potência 333 cavalos – 5.300 – 6.500 RPM
Combustível Gasolina
Rodas Liga leve 9J x 19
Alarme Sim
Faróis Full LED Sim
Indicação de controle da pressão do pneu Sim
Teto solar Sim
Faróis com ajuste automático de altura Sim
Airbags Sim
Altura 1.420 mm
Comprimento 4.974 mm
Largura 2.139 mm
Entre-eixos 2.914 mm
Peso 1.810 kg
Ar condicionado Automático de 2 zonas
Porta-malas 535 l
Tanque 75.0 l

Fonte: Carros Ficha Técnica

Confira a tabela de preço médio do seguro do Audi A7

Para que possa ter uma ideia dos valores que os motoristas estão pagando, montamos a tabela de preço médio do seguro do Audi A7.

Nela é possível verificar essa informação e assim se informar melhor por quanto o seguro está sendo comercializado em diversos casos.

Qual é o preço médio do seguro Audi A7 2018?

O preço médio do seguro Audi A7 2018 é de R$ 25.930,00. Confira a tabela de preços!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2018 São Paulo R$ 37.430,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2018 Pernambuco R$ 24.750,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2018 São Paulo R$ 25.930,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2018 Pernambuco R$ 35.630,00

Qual é o preço médio do seguro Audi A7 2015?

O preço médio do seguro Audi A7 2015 é de R$ 6.020,00. Confira a tabela de preço seguro auto!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Audi A7 Sportback 2.0 TFSI S Tronic 2015 Paraná R$ 6.020,00
Audi A7 Sportback 2.0 TFSI S Tronic 2015 Paraná R$ 5.490,00
Audi A7 Sportback 2.0 TFSI S Tronic 2015 Paraná R$ 9.170,00
Audi A7 Sportback 2.0 TFSI S Tronic 2015 Paraná R$ 8.840,00

Qual é o preço médio do seguro Audi A7 2014?

O preço médio do seguro Audi A7 2014 é de R$ 15.850,00. Confira a tabela de preços do seguro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2014 Santa Catarina R$ 15.850,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2014 Santa Catarina R$ 15.430,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2014 Santa Catarina R$ 16.220,00

Qual é o preço médio do seguro Audi A7 2013?

O preço médio do seguro Audi A7 2013 é de R$ 14.420,00. Confira a tabela com preços do seguro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2013 São Paulo R$ 7.670,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2013 Santa Catarina R$ 2.460,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2013 Distrito Federal R$ 8.100,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2013 Santa Catarina R$ 31.340,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2013 Distrito Federal R$ 14.420,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2013 São Paulo R$ 25.390,00

Qual é o preço médio do seguro Audi A7 2012?

O preço médio do seguro Audi A7 2012 é de R$ 12.280,00. Confira a tabela de preço do seguro auto!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2012 São Paulo R$ 19.230,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2012 Minas Gerais R$ 5.830,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2012 Espírito Santo R$ 11.560,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2012 Minas Gerais R$ 7.480,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2012 Minas Gerais R$ 10.050,00
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2012 Minas Gerais R$ 12.280,00

Qual é o preço médio do seguro Audi A7 2011?

O preço médio do seguro Audi A7 2011 é de R$ 0,00. Confira a tabela de preço do seguro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
A7 Coupe Sportback 3.0 Tfsi Stronic 2011 Feminino, 57 anos Paraná R$ 7.320,55
A7 Sportback 3.0 V-6 Tfsi-Quattro(S-Tronic) Gas 4P 2011 Masculino, 55 anos

 

Paraná R$ 6.753,26
A7 Sportback 3.0 V 6 Tfsi Quattro S Tronic Gas 4P 2011 Masculino, 56 anos Paraná R$ 6.308,90
Audi A7 Sportback 3.0 TFSI Quattro S Tronic 2011 Minas Gerais R$ 9.960,00

*Pesquisa realizada em fevereiro/2019. Fonte: Segfy e Seguro i.   

Por que o valor do seguro varia tanto?

Uma dúvida que deve ter surgido ao analisar a tabela de preço médio do seguro do Audi A7 é o que faz com que o valor do seguro varie de um caso para outro.

Essa é uma pergunta bastante comum e podemos começar citando a seguradora como um diferencial. Cada uma utiliza um critério diferente para fazer a análise de perfil de risco.

Depois disso é verificado quais são as características do motorista e forma de utilização do veículo, assim, quanto maiores as chances de ocorrer um sinistro, mais caro será o seguro.

Dentre os itens verificados estão: idade do condutor, tempo de habilitação, local de residência, local de circulação com o veículo, coberturas contratadas e outros.

Quando esses dados são analisados é formado o preço final e como cada condutor possui características diferentes, isso acaba influencia no valor do seguro auto.

Agora já verificou a tabela de preço médio do seguro do Audi A7 e sabe como é formado o valor do seguro. Por isso, faça uma cotação e veja se ela está adequada e se é a melhor opção para proteger seu veículo.

*Fonte: MeuSeguroNovo. Consulta realizada em Março/2019
*O SeguroAuto.org não se responsabiliza pelos valores aqui mencionados, visto que o preço do seguro pode variar conforme o perfil de cada motorista.

Tabela de preço médio do seguro do Fiat 500

A tabela de preço médio do seguro do Fiat 500 traz informações sobre os valores que outros segurados estão pagando para proteger o veículo. Veja essas informações e saiba porque o valor do seguro varia tanto.

O Fiat 500 é o que podemos chamar de carro compacto, mas que mescla conforto com tecnologia.

Nesses pontos podemos destacar o volante multifuncional, Sistema multimídia Uconnect, câmera traseira, sensor de estacionamento e apoio de braços.

Por fora, se tem um carro com visual moderno e o teto solar dá a ele um detalhe único.

Tabela de preço médio do seguro do Fiat 500

Vantagens do Fiat 500

  • Possui um bom desempenho
  • Consumo adequado de combustível
  • Bom acabamento interno

Desvantagens do Fiat 500

  • Porta-malas pequeno
  • Ficha técnica Fiat 500 L 2019
Combustível Flex
Largura 1784 mm
Altura 1658 mm
Comprimento 4242 mm
Entre Eixos 2300 mm
Tanque 40 l
Porta malas 185 l
Ar condicionado Sim
Câmera traseira Sim
Volante multifuncional Sim
Sensores estacionamento Sim
Painel de instrumentos Sim
Airbags 6
Ocupantes 5

Confira a tabela de preço médio do seguro do Fiat 500

Para quem deseja contratar um seguro e está pensando se isso pesará no orçamento ou deseja apenas ter uma ideia de valores, verificar a tabela de preço médio do seguro do Fiat 500 pode ajudar.

Ela reúne informações sobre cotações que alguns usuários fizeram e dessa forma é possível saber o preço que está sendo praticado no mercado.

Entretanto, bale ressaltar que a cotação é única para que cada motorista e a tabela de preço médio do seguro do Fiat 500 deve ser usada apenas para fazer comparações e se informar do mercado.

Veja a tabela que montamos.

Qual é o preço médio do seguro Fiat 500 2018?

O preço médio do seguro Fiat 500 2018 é de R$ 2.450,00. Confira a tabela com o valor do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Mec. 2018 Distrito Federal R$ 2.450,00
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Mec. 2018 Distrito Federal R$ 5.400,00
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Mec. 2018 São Paulo R$ 5.010,00
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Mec. 2018 São Paulo R$ 1.520,00
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Mec. 2018 São Paulo R$ 1.940,00

Qual é o preço médio do seguro Fiat 500 2017?

O preço médio do seguro Fiat 500 2017 é de R$ 2.150,00. Confira a tabela com o valor do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Mec. 2017 Rio de Janeiro R$ 2.190,00
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Mec. 2017 Paraná R$ 730,00
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Mec. 2017 Bahia R$ 2.220,00
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Mec. 2017 Minas Gerais R$ 2.150,00
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Mec. 2017 Paraná R$ 1.530,00

Qual é o preço médio do seguro Fiat 500 2015?

O preço médio do seguro Fiat 500 2015 é de R$ 1.450,00. Confira a tabela com o valor do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V Evo Dualogic 2015 Feminino, 71 anos

 

Pernambuco R$ 1.440,08
Fiat 500 ABARTH MULTIAIR 1.4 TB 16V 3p 2015 São Paulo R$ 1.450,00
Fiat 500 Abarth Multiair 1.4 16V Turbo 2015 Minas Gerais R$ 3.682,18
Fiat 500 Cabrio Dualogic Flex 1.4 8V 2015 São Paulo R$ 1.080,00
Fiat 500 Cabrio/500 Coupe Gucci/Flex 1.4 Aut. 2015 Santa Catarina R$ 1.420,00
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V EVO Dualogic 2015 Rio de Janeiro R$ 1.460,00

Qual é o preço médio do seguro Fiat 500 2014?

O preço médio do seguro Fiat 500 2014 é de R$ 2.103,38. Confira a tabela com o valor do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V Evo Dualogic 2014 Feminino, 58 anos

 

Minas Gerais R$ 1.542,54
Fiat 500 Cabrio 1.4 16V Aut. 2014 Feminino, 44 anos

 

São Paulo R$ 2.973,20
Fiat 500 Cabrio Flex 1.4 16V Mec 2014 Masculino, 65 anos

 

São Paulo R$ 2.793,15
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V Evo Dualogic 2014 Feminino, 28 anos

 

Paraná R$ 2.103,38

Qual é o preço médio do seguro Fiat 500 2013?

O preço médio do seguro Fiat 500 2013 é de R$ 2.957,59. Confira a tabela com o valor do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Fiat 500 Cult Dual 1.4 Evo Fire Flex 2013 Masculino, 41 anos

 

Santa Catarina R$ 2.029,60
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V Evo Mec 2013 Feminino, 31 anos

 

Paraná R$ 2.957,59
Fiat 500 Cult 1.4 Flex Evo Dual 2013 Feminino, 42 anos

 

Pernambuco R$ 3.656,51
Fiat 500 Cult 1.4 Flex Evo Mec Imp 2013 Masculino, 38 anos

 

Paraná R$ 3.203,22

Qual é o preço médio do seguro Fiat 500 2012?

O preço médio do seguro Fiat 500 2012 é de R$ 1.748,76. Confira a tabela com o valor do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V Evo Dualogic 2012 Feminino, 50 anos

 

Paraná R$ 2.512,19
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V Evo Mec 2012 Feminino, 40 anos

 

São Paulo R$ 1.575,00
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V Evo Mec 2012 Feminino, 31 anos

 

Rio de Janeiro R$ 1.775,54
Fiat 500 Sport Air 1.4 16V Mec 2012 Feminino, 65 anos

 

Pernambuco R$ 1.019,05
Fiat 500 Cult 1.4 Flex 8V Evo Dualogic 2012 Feminino, 34 anos

 

Rio De Janeiro R$ 2.856,55
Fiat 500 Cult 1.4 Evo Fire Flex 2012 Feminino, 26 anos

 

Distrito Federal R$ 1.748,76
Fiat 500 Louge Air 1.4 16V Aut 2014 Feminino, 37 anos

 

Minas Gerais R$ 2.182,93
Fiat 500 Cult 1.4 Evo Fire Flex 2012 Feminino, 55 anos

 

Santa Catarina R$ 1.551,83

Qual é o preço médio do seguro Fiat 500 2010?

O preço médio do seguro Fiat 500 2010 é de R$ 1.470,00. Confira a tabela com o valor do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Fiat 500 Lounge 1.4 16V 100Cv Mec. 2010 Feminino, 62 anos

 

Minas Gerais R$ 1.517,34
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Dualogic 2010 São Paulo R$ 1.040,00
Fiat 500 LOUNGE 1.4 16V 100cv Mec. 2010 Pernambuco R$ 1.530,00
Fiat 500 LOUNGE 1.4 16V 100cv Dualogic 2010 Bahia R$1.200,00
Fiat 500 LOUNGE 1.4 16V 100cv Mec. 2010 São Paulo R$ 1.180,00
 Fiat 500 LOUNGE 1.4 16V 100cv Dualogic 2010 Paraná R$ 1.670,00
 Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2010 Minas Gerais R$ 1.470,00
Fiat 500 LOUNGE 1.4 16V 100cv Dualogic 2010 Distrito Federal R$ 1.440,00
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2010 São Paulo R$ 1.140,00
 Fiat 500 LOUNGE 1.4 16V 100cv Mec. 2010 Rio Grande do Norte R$ 1.670,00
 Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2010 Rio de Janeiro R$ 1.610,00

Qual é o preço médio do seguro Fiat 500 2009?

O preço médio do seguro Fiat 500 2009 é de R$ 2.380,00. Confira a tabela com o valor do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2009 Rio de Janeiro R$ 4.240,00
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2009 Pernambuco R$ 1.010,00
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2009 São Paulo R$ 4.420,00
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2009 Paraná R$ 3.880,00
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2009 São Paulo R$ 2.380,00
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2009 Pernambuco R$ 3.730,00

Qual é o preço médio do seguro Fiat 500 2008?

O preço médio do seguro Fiat 500 2008 é de R$ 3.270,00. Confira a tabela com o valor do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2008 São Paulo R$ 3.270,00
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2008 São Paulo R$ 1.500,00
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2008 São Paulo R$ 1.220,00
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2008 São Paulo R$ 2.220,00
Fiat 500 SPORT 1.4 16V 100cv Mec. 2008 São Paulo R$ 4.450,00

*Pesquisa realizada em fevereiro/2019. Fontes: Segfy e Seguro i.

Por que o valor do seguro varia tanto?

Depois de olhar a tabela de preço médio do seguro do Fiat 500 deve ter percebido que em alguns casos a variação do preço é bastante grande.

Isso ocorre devido a análise de perfil de risco que as seguradoras realizam, se o segurado possui uma grande chance de sofrer um sinistro acaba pagando mais.

Dentre os critérios avaliados estão:

  • Tipo de local em que o veículo fica estacionado
  • Idade, sexo e estado civil do motorista
  • Local de residência
  • Local de circulação do veículo
  • Índice de roubo do modelo
  • Histórico de direção
  • Custo das peças para manutenção e reposição
  • Coberturas contratadas entre outros.

Depois de avaliar esses e outros critérios é que é determinado o valor do seguro, devido a eles é que se tem valores tão diferentes.

Agora que já sabe como o preço é formado e consultou a tabela de preço médio do seguro do Fiat 500, pode pedir a sua cotação personalizada e saber se ela condiz com o que o mercado oferece.

*O SeguroAuto.org não se responsabiliza pelos valores aqui mencionados, visto que o preço do seguro pode variar conforme o perfil de cada motorista.

Preço médio do seguro do Mercedes Classe A

Apenas para se basear, a média do preço médio do seguro é de R$ 1.800,00. Para que possa ter uma melhor visão dessas variações, separamos alguns exemplos. Aproveite e veja também a ficha técnica do Mercedes Classe A 2018-2019!

O Mercedes Classe A já está há algum tempo no mercado e ao longo dos anos, já teve diferente versões.

As últimas delas, a Turbo Urban deixa o carro com um ar um pouco mais esportivo, tem um painel de instrumentos sport e faróis bi-xenônio. Já a versão Turbo Style reúne estilo e jovialidade que podem ser percebidos no volante multifuncional e nas rodas de liga leve.

E para proteger o seu bem, contrate um seguro de carro. Veja aqui a média de preço do seguro Mercedes Classe A!

Preço médio do seguro do Mercedes Classe A

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A é de R$ 1.800,00. Saber a média de preço do seguro do Mercedes Classe A não significa que você pagará exatamente esse valor. Ele serve apenas como base para se ter uma noção.

Isso porque para definir o valor são considerados diferentes itens como o perfil do motorista, versão do veículo, coberturas contratadas, riscos, entre outras. Veja alguns exemplos!

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2018?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2018 é de R$ 3.490,00. Confira a tabela com preço do seguro auto!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2018 Goiás R$ 4.760,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2018 Distrito Federal R$ 5.260,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2018 São Paulo R$ 1.960,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2018 Rio de Janeiro R$ 4.670,00
Mercedes-Benz Classe A 250 2.0 TB Sport Aut. 2018 Minas Gerais R$ 2.570,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2018 Santa Catarina R$ 5.230,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2018 Paraná R$ 4.650,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2018 Rio Grande do Norte R$ 3.490,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2018 Bahia R$ 2.730,00

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2017?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2017 é de R$ 6.250,00. Confira a tabela com preço do seguro de automóvel!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Classe A200 Hatch 1.6 Turbo 156Cv Flex 2017 Masculino, 34 anos São Paulo R$ 6.609,65
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB/Flex Aut. 2017 Santa Catarina R$ 2.480,00
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB/Flex Aut. 2017 Paraná R$ 1.790,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2017 Espírito Santo R$ 6.900,00
Mercedes-Benz Classe A 250 2.0 TB Sport Aut. 2017 Rio Grande do Sul R$ 3.430,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2017 Minas Gerais R$ 6.880,00
Mercedes-Benz Classe A 250 2.0 TB Sport Aut. 2017 Goiás R$ 6.250,00

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2016?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2016 é de R$ 4.060,00. Confira a tabela com valor do seguro auto!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Classe C 180 Aut. 1.6 16V Turbo Avantgarde 2016 Masculino, 40 anos São Paulo R$ 4.810,15
Classe C 180 Aut. 1.6 16V Turbo Flex Exclusiv 2016 Feminino, 37 anos Paraná R$ 8.094,15
Classe A 250 Cgi 2.0 Tb Sport 2016 Masculino, 20 anos Paraná R$ 8.968,48
Classe C Touring 180 Aut. 1.6 16V Turbo Estateavan 2016 Feminino, 33 anos Paraná R$ 5.001,91
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB/Flex Aut. 2016 Minas Gerais R$ 1.830,00
Mercedes-Benz Classe A 250 2.0 TB Sport Aut. 2016 Distrito Federal R$ 1.620,00
Mercedes-Benz Classe A 45 AMG 2.0 Turbo 360cv Aut. 2016 Rio Grande do Sul R$ 4.060,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2016 Rio de Janeiro R$ 3.780,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2016 Bahia R$ 3.720,00

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2015?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2015 é de R$ 4.052,89. Confira a tabela com valor do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Classe A 200 1.6 Tb 156Cv Aut 2015 Masculino, 36 anos Santa Catarina R$ 4.100,35
Classe A 250 Cgi 2.0 Tb Sport 2015 Masculino, 63 anos

 

Paraná

 

R$ 2.911,52
Classe C 180 Aut. 1.6 16V Turbo Exclusive Au 2015 Masculino, 36 anos Distrito Federal R$ 6.234,78
Classe C 180 Aut. 1.6 16V Turbo Avantgarde 2015 Feminino, 38 anos

 

Paraná

 

R$ 3.785,82
Classe C 250 Aut. 2.0 16V Turbo Gas. 4P 2015 Masculino, 29 anos Pernambuco R$ 8.943,61
Classe C 200 Aut. 2.0 16V Turbo Avantgarde Gas. A 2015 Feminino, 41 anos Minas Gerais R$ 4.753,66
Classe A 200 Cgi 1.6 Tb Urban 156Cv Aut. 2015 Feminino, 41 anos

 

Paraná

 

R$ 4.052,89
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB 16V Style 156cv Aut. 2015 São Paulo R$ 1.390,00
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB/Flex Aut. 2015 Goiás R$ 1.640,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB 16V Style 156cv Aut. 2015 Rio de Janeiro R$ 2.000,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB 16V Urban 156cv Aut. 2015 Bahia R$ 2.040,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB/Flex Aut. 2015 Amazônia R$ 2.480,00

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2014?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2014 é de R$ 2.520,00. Confira a tabela com preço do seguro de carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Classe A 200 Cgi 1.6 Tb Urban 156Cv Aut. 2014 Feminino, 46 anos Santa Catarina R$ 3.801,83
Classe A200 Hatch Cgi Urban 1.6 Turbo 2014 Masculino, 38 anos Paraná R$ 2.367,98
Classe A 200 1.6 Tb 16V Urban 156Cv Aut. 5P 2014 Masculino, 69 anos São Paulo R$ 2.803,73
Classe B 200 Cgi Turbo Sport 1.6 Aut. 2014 Masculino, 39 anos São Paulo R$ 3.704,60
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB 16V Style 156cv Aut. 2014 Bahia R$ 2.520,00
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB Sport 156cv Aut 2014 Rio de Janeiro R$ 2.490,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB 16V Urban 156cv Aut. 2014 Rio Grande do Norte R$ 2.460,00
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB Sport 156cv Aut 2014 Espírito Santo R$ 2.430,00
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB Sport 156cv Aut 2014 Minas Gerais R$ 2.300,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB 16V Urban 156cv Aut. 2014 Rio Grande do Sul R$ 2.110,00

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2013?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2013 é de R$ 3.865,31. Confira a tabela com preço do seguro para carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Classe A200 Hatch Cgi Urban 1.6 Turbo 2013 Masculino, 40 anos Minas Gerais R$ 2.853,06
Classe B 200 Cgi 1.6 Tb Sport 156Cv Aut 2013 Feminino, 46 anos Paraná R$ 3.742,16
Classe B Classe B 200 Cgi 1.6 Tb Sport 156Cv 2013 Masculino, 44 anos Santa Catarina R$ 3.865,31
Classe B 200 Cgi 1.6 Tb 156Cv Aut. 2013 Feminino, 31 anos Ceará R$ 8.268,88
Classe B 200 Cgi 1.6 Tb 156Cv Aut 2013 Masculino, 48 anos São Paulo R$ 2.394,60
Classe A 200 Cgi 1.6 Tb Urban 156Cv Aut. 2013 Masculino, 24 anos Rio de Janeiro R$ 8.889,67
Classe A 200 Cgi 1.6 Tb Style 156Cv Aut. 2013 Masculino, 58 anos Bahia R$ 2.931,38
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB 16V Urban 156cv Aut. 2013 Distrito Federal R$ 2.530,00
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB Sport 156cv Aut 2013 Amazônia R$ 2.550,00
Mercedes-Benz Classe A 200 1.6 TB 16V Urban 156cv Aut. 2013 Rio Grande do Sul R$ 2.550,00

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2012?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2012 é de R$ 10.830,00. Confira a tabela com preço do seguro para automóvel!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB Sport 156cv Aut 2012 São Paulo R$ 11.480,00
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB/Flex Aut. 2012 Paraná R$ 2.710,00
Mercedes-Benz Classe B 200 CGI 1.6 TB/Flex Aut. 2012 Rio de Janeiro R$ 10.830,00

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2011?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2011 é de R$ 2.018,25. Confira a tabela com preço do seguro para carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Classe B 180 1.7 116Cv Aut. 2011 Masculino, 40 anos Minas Gerais R$ 2.470,80
Classe B 180 1.7 116Cv Aut. 2011 Masculino, 67 anos Paraná R$ 2.018,25
Classe B 180 1.7 116Cv Aut. 2011 Masculino, 30 anos São Paulo R$ 1.109,99
Mercedes-Benz Classe B 180 1.7 116cv Aut. 2011 Distrito Federal R$ 2.490,00
Mercedes-Benz Classe B 180 1.7 116cv Aut. 2011 Pernambuco R$ 2.450,00
Mercedes-Benz Classe B 180 1.7 116cv Aut. 2011 Rio de Janeiro R$ 2.280,00
Mercedes-Benz Classe B 180 1.7 116cv Aut. 2011 Rio Grande do Sul R$ 2.080,00
Mercedes-Benz Classe B 180 1.7 116cv Aut. 2011 Goiás R$ 1.970,00

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2010?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2010 é de R$ 2.314,18. Confira a tabela com preço do seguro para carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Classe B 180 1.7 116Cv Aut 2010 Masculino, 46 anos São Paulo R$ 2.270,90
Classe B 180 1.7 Aut. 2010 Feminino, 81 anos Distrito Federal R$ 1.515,20
Classe B 180 1.7 116Cv Aut. 2010 Feminino, 38 anos Rio de Janeiro R$ 2.549,02
Classe B 180 1.7 116Cv Aut. 2010 Feminino, 40 anos Minas Gerais R$ 2.314,18
Classe B 180 1.7 116Cv At 2010 Feminino, 49 anos Paraná R$ 1.875,31
Mercedes-Benz Classe B 180 1.7 116cv Aut. 2010 Mato Grosso do Sul R$ 2.620,00
Mercedes-Benz Classe B 180 1.7 116cv Aut. 2010 Santa Catarina R$ 2.570,00

Qual é o preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2009 até 1999?

O preço médio do seguro do Mercedes Classe A 2009 até 1999 é de R$ 2.618,00. Confira a tabela com preço do seguro para carro!

Modelo Perfil do condutor Localidade Preço
Classe B 200 2.0 Turbo 193Cv Aut.2009 Feminino, 46 anos Mato Grosso do Sul R$ 2.800,43
Classe B 200 2.0 Turbo At 2009 Feminino, 67 anos Paraná R$ 2.618,00
Classe B 200 Cgi 1.6 Tb Sport Aut 2008 Feminino, 35 anos Paraná R$ 4.286,04
Classe B 200 2.0 8V Aut. 2008 São Paulo R$ 4.358,99
Classe B 200 2.0 136Cv Aut. 5P 2007 Feminino, 70 anos Paraná R$ 18.170,33
Classe B 200 2.0 136Cv Aut. 2007 Feminino, 74 anos Paraná R$ 2.084,56
Classe B 200 2.0 136Cv Au 2006 Masculino, 54 anos R$ 2.197,60
Classe A190 Avantgarde 1.9 8V 2005 Masculino, 57 anos São Paulo R$ 1.702,69
Classe A 160 Classic Mec. 4P 2005 Feminino, 68 anos Minas Gerais R$ 1.180,72
Classe A 160 Classic Spirit Mec. 2004 Feminino, 36 anos Distrito Federal R$ 1.258,36
Classe A160 Classic 1.6 8V 2003 Feminino, 54 anos Santa Catarina R$ 1.062,46
Classe A 190 Elegance 1.9 Aut 2002 Masculino, 57 anos Minas Gerais R$ 1.608,70
Classe A Classic 190 1.9 2001 Feminino, 37 anos São Paulo R$ 2.337,03
Classe A160 Classic 1.6 8V Semi Aut. 2000 Feminino, 37 anos Paraná R$ 1.131,32
Classe A Classic 160 4P 1999 Feminino, 54 anos São Paulo R$ 1.580,20

*Pesquisa realizada em março/2019. Fontes: Segfy e Seguro i.

Por que existe variação no preço do seguro auto Mercedes Classe A?

Você pode perceber com o valor do seguro do Mercedes Classe A nas simulações acima, grande variação. Isso ocorre por diversos fatores.

Mesmo que se trate do mesmo modelo e ano, motorista com mesmo perfil e localidade, ainda assim a simulação do seguro do Mercedes Classe A varia.

Imagine que um motorista com 10 anos de CNH, nunca recebeu multa ou se envolveu em sinistros, vai cotar o seguro auto Mercedes-Benz Classe A 250 2.0 TB Sport Aut. 2016. Agora, imagina que para o mesmo modelo, tem um motorista jovem, com menos de dois anos de CNH e com multas e envolvimento em sinistros.

Embora o modelo do carro seja o mesmo, ambos possuem histórico diferenciados e isso pesa no valor do seguro auto. Ou seja, além da idade e experiência, o primeiro motorista não possui multas ou sinistros.

Isso mostra que ele oferece menos riscos de gerar despesas à seguradora. Portanto, pagará menos na proteção.

Como cotar o seguro do Mercedes Classe A

Sabendo dessas variações, considerar apenas o preço médio, pode não ser a melhor opção para organizar o orçamento.

A melhor forma de fazer isso é solicitando uma cotação personalizada, que atenda às suas necessidades e informe os valores corretos.

Essa informação pode ser conseguida por meio de cotações online e com a ajuda de corretores que verão as suas necessidades e farão as melhores ofertas.

Ficha técnica do Mercedes Classe A Classic 2018-2019

Motorização 1.6 turbo flex e 2.0 turbo a gasolina
Potência 156 cavalos (1.6) e 211 cavalos (2.0)
Torque 25,5 kgfm (1.6) e 35,7 kgfm (2.0)
Câmbio Automático 7G-DCT
Transmissão Dupla embreagem manual sequencial modo automático 7 marchas
Velocidade Máxima 224 km/h (1.6) e 240 km/h (2.0)
Aceleração 8,3 – 0 à 100km/h (1.6) e 6,4 s – 0 à 100km/h (2.0)
Ar condicionado automático THERMOTRONIC de 2 zonas Sim
Alarme Sim
Monitoramento da pressão dos pneus Sim
Teto solar elétrico panorâmico Sim
Sensor de chuva Sim
Airbags Joelhos do motorista, laterais de janela, dianteiros para motorista e passageiro, laterais dianteiros para motorista e passageiro.
Banco Passageiro com ajustes elétricos e memória, motorista com ajustes elétricos e memória
Câmera de ré Sim
Volante em couro Multifuncional de 3 raios com 12 botões
Volante com shift paddles Sim
Comprimento 4299 mm
Altura 1434 mm
Largura 1780 mm
Entre eixos 2699 mm
Peso 1370
Porta-malas 341 l
Tanque 50 L
Direção Elétrica

*Fonte ficha técnica: Carros 2019

Depois de ver as opções disponíveis, basta escolher a que melhor lhe atende e começar a proteger o seu carro.

*O SeguroAuto.org não se responsabiliza pelos valores aqui mencionados, visto que o preço do seguro pode variar conforme o perfil de cada motorista.