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Motos mais roubadas em São Paulo em 2026: veja o ranking e como reduzir o risco

Motos mais roubadas em São Paulo em 2026: veja o ranking e como reduzir o risco

Atualizado em 3 de novembro de 2026

Leitura aproximada: 15 minutos

As motos mais roubadas e furtadas em São Paulo em 2026 incluem Honda CG 160, Honda CG 150, Yamaha Fazer 250, Honda XRE 300 e Yamaha XTZ 250 Lander. Em levantamento referente aos sete primeiros meses do ano na Grande São Paulo, a Honda CG 160 liderou com 4.746 ocorrências, demonstrando a concentração de registros entre motocicletas populares.

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O roubo e o furto de motocicletas representam uma preocupação importante para quem utiliza esse meio de transporte diariamente.

Além de facilitar deslocamentos, a moto pode ser um instrumento de trabalho para entregadores, profissionais autônomos e pessoas que precisam percorrer grandes distâncias.

Quando ocorre uma subtração, o prejuízo pode ultrapassar o valor do veículo. Em muitos casos, a perda compromete a rotina, o orçamento familiar e a capacidade de gerar renda.

Por isso, conhecer os modelos que aparecem nas estatísticas é uma maneira de compreender melhor a exposição e reforçar os cuidados preventivos.

Entretanto, é importante destacar que um ranking de ocorrências não representa necessariamente a probabilidade individual de roubo.

Uma motocicleta com milhões de unidades em circulação pode apresentar números absolutos maiores do que outro modelo menos popular.

Neste guia do SeguroAuto.org, você vai conhecer o ranking atualizado das motos mais roubadas em São Paulo em 2026, entender os fatores de risco e descobrir como rastreadores, hábitos preventivos e seguro de moto podem ajudar a proteger seu patrimônio.

Motos mais roubadas em São Paulo em 2026: veja o ranking e como reduzir o risco

Índice de conteúdo

  1. Como é formado o ranking de motos roubadas?
  2. Quais são as motos mais roubadas em São Paulo em 2026?
  3. Por que a Honda CG 160 lidera as ocorrências?
  4. Quais modelos apresentaram mudanças nos registros?
  5. Qual a diferença entre roubo e furto?
  6. Quais fatores aumentam o risco?
  7. Como evitar o roubo de motocicletas?
  8. Vale a pena instalar um rastreador?
  9. Seguro de moto cobre roubo e furto?
  10. Quanto o seguro paga em caso de perda?
  11. Quanto custa proteger uma motocicleta?
  12. O que fazer quando a moto é roubada?
  13. Como escolher o seguro adequado?
  14. Perguntas frequentes
  15. Conclusão

1. Como é formado o ranking das motos mais roubadas em São Paulo?

O ranking é construído a partir de registros de ocorrência relacionados a motocicletas roubadas e furtadas em determinado período.

No estado de São Paulo, a Secretaria da Segurança Pública disponibiliza dados de veículos subtraídos que permitem analisar modelos, localidades e características das ocorrências.

Entretanto, diferentes levantamentos podem apresentar resultados distintos porque utilizam recortes geográficos e períodos diferentes.

Um estudo referente exclusivamente ao município de São Paulo não deve ser confundido com outro que considera toda a Região Metropolitana.

Da mesma maneira, números estaduais podem diferir significativamente daqueles registrados apenas na capital.

Para este artigo, utilizamos como referência principal o levantamento de janeiro a julho de 2026 relativo às motocicletas de até 499 cilindradas na capital e Região Metropolitana de São Paulo.

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Também consideramos dados estaduais do primeiro quadrimestre de 2026 para analisar diferenças entre versões de motocicletas.

Qual é a diferença entre quantidade de roubos e risco proporcional?

A quantidade absoluta representa o número de registros associados a determinado modelo.

Já o risco proporcional procura relacionar essas ocorrências à quantidade de unidades em circulação.

Considere dois exemplos hipotéticos:

IndicadorMoto AMoto B
Motocicletas em circulação200.00020.000
Ocorrências1.000300
Ocorrências por mil motos515

A Moto A possui mais registros, mas a Moto B apresenta frequência proporcional maior.

Por isso, a liderança de uma motocicleta popular não comprova que cada proprietário possui a maior probabilidade individual de sofrer um roubo.

Para medir esse risco, seriam necessárias informações consistentes sobre a frota exposta e o período analisado.

2. Quais são as motos mais roubadas em São Paulo em 2026?

O ranking abaixo apresenta os dez modelos com mais ocorrências de roubo e furto no levantamento referente à Grande São Paulo entre janeiro e julho de 2026.

PosiçãoMotocicletaOcorrências
1ºHonda CG 1604.746
2ºHonda CG 150498
3ºYamaha Fazer 250456
4ºHonda XRE 300421
5ºYamaha XTZ 250405
6ºHonda CB 300F Twister390
7ºHonda PCX 150314
8ºTVS Sport 110309
9ºHonda NXR 160 Bros305
10ºHonda CG 125298

Fonte: levantamento baseado nos registros da SSP-SP, janeiro a julho de 2026, capital e Região Metropolitana, motocicletas até 499 cm³. Valores de roubo e furto somados; não representam o estado inteiro ou o ano completo.

Motos mais roubadas e furtadas na Grande São Paulo

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Ocorrências registradas entre janeiro e julho de 2026

01.5003.0004.5006.000CG 160CG 150Fazer 250XRE 300XTZ 250CB 300FPCX 150Sport 110NXR 160CG 125

O destaque é a diferença entre a Honda CG 160 e os demais modelos. Sozinha, ela concentra quase 55% das ocorrências somadas dos dez primeiros colocados nesse recorte. BOL+1

Por que a Honda CG 160 aparece em primeiro lugar?

A Honda CG 160 possui uma presença expressiva no mercado brasileiro.

Ela é utilizada para deslocamentos pessoais, entregas, atividades profissionais e trajetos urbanos.

Sua ampla circulação ajuda a explicar o elevado número absoluto de ocorrências.

Além disso, modelos populares podem despertar interesse no comércio ilegal de peças, embora não seja possível afirmar que essa seja a motivação de todos os casos.

A CG 160 também possui diferentes versões, como Fan, Titan e Start.

No levantamento estadual do primeiro quadrimestre de 2026, essas três versões contabilizaram, juntas, 2.956 registros.

A concentração demonstra que a família CG merece atenção especial nas estratégias de prevenção.

Entretanto, o proprietário não deve interpretar os números como uma previsão individual de roubo.

O local de circulação, os dispositivos de segurança e os hábitos de utilização também são importantes.

Por que a Honda CG 150 continua no ranking?

Mesmo com gerações mais recentes disponíveis no mercado, a Honda CG 150 permanece em circulação.

Motocicletas mais antigas podem continuar sendo utilizadas por muitos anos, especialmente quando apresentam custos de aquisição mais acessíveis.

A procura por peças de reposição também pode permanecer elevada depois do encerramento de determinadas versões.

Por isso, a idade do veículo não elimina a necessidade de proteção.

Uma motocicleta usada pode representar patrimônio importante para seu proprietário.

A Yamaha Fazer 250 também é muito visada?

A Yamaha Fazer 250 aparece entre os modelos com maior quantidade de registros no levantamento.

Ela atende consumidores que buscam uma motocicleta adequada tanto ao uso urbano quanto a deslocamentos mais longos.

Seu posicionamento de mercado é diferente daquele das motos de menor cilindrada.

Entretanto, a presença no ranking não demonstra que todas as suas gerações apresentam a mesma exposição.

Ao avaliar o seguro, é importante informar a versão e o ano exatos.

Por que XRE 300 e XTZ 250 aparecem entre as primeiras posições?

A Honda XRE 300 e a Yamaha XTZ 250 Lander pertencem a uma categoria procurada por motociclistas que desejam versatilidade.

São modelos utilizados em trajetos urbanos e viagens, com características específicas de suspensão e posição de condução.

No levantamento, ambas aparecem entre as cinco primeiras posições.

Entretanto, não é possível afirmar que sua proposta de uso misto seja a causa direta das ocorrências.

A análise deve considerar a frota, as localidades e as condições de utilização.

E a Honda CB 300F Twister?

A Honda CB 300F Twister também aparece entre as motocicletas com registros relevantes.

O modelo possui características voltadas à utilização urbana e rodoviária.

Quem considera comprar uma unidade deve avaliar o custo de aquisição, o seguro e os equipamentos de segurança.

A proteção não deve depender exclusivamente da posição no ranking.

Scooters também aparecem entre as motos roubadas?

Sim.

A Honda PCX 150 integra a lista, demonstrando que o risco não está limitado às motocicletas tradicionais.

Scooters utilizadas diariamente também podem ser subtraídas.

Por isso, recomendações relacionadas a estacionamento, travamento e seguro continuam importantes.

3. Quais modelos apresentaram mudanças nos registros de 2026?

Além do ranking regional por família de motocicletas, existe um levantamento estadual referente a janeiro e abril de 2026 que separa determinadas versões.

Essa distinção permite observar diferenças relevantes dentro de um mesmo modelo.

VersãoOcorrências em 2026Variação frente a 2025
Honda CG 160 Fan1.352-27,5%
Honda CG 160 Titan965+14,2%
Honda CG 160 Start639-12,9%
Yamaha FZ25 Fazer228-29,0%
Honda CB300F Twister ABS195+87,5%
Sport 110i180+106,9%

Fonte: Centro de Estudos em Economia do Crime da FECAP, com base na SSP-SP, primeiro quadrimestre de 2026. Recorte estadual e por versão, distinto do ranking metropolitano anterior.

Os resultados demonstram que as tendências não são uniformes.

Enquanto algumas versões registraram redução, outras apresentaram crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior. Verificar Auto+1

Uma alta percentual significa que a moto ficou mais perigosa?

Não necessariamente.

Uma variação elevada pode ocorrer quando o número de registros no período anterior era relativamente pequeno.

Também é necessário considerar mudanças na quantidade de motos em circulação.

Por isso, percentuais não devem ser interpretados isoladamente.

As motocicletas novas também estão expostas?

Sim.

Motocicletas recentes podem apresentar valor comercial significativo, grande procura e utilização intensa.

Entretanto, o risco real varia conforme modelo, região e condições de segurança.

O proprietário de uma moto nova deve considerar o seguro ainda durante o planejamento de compra.

4. Qual é a diferença entre roubo e furto de motocicleta?

O roubo ocorre quando a subtração envolve violência ou grave ameaça à vítima, ou outras hipóteses previstas na legislação penal.

O furto acontece sem esses elementos na definição básica do crime.

Imagine uma motocicleta estacionada que desaparece enquanto o proprietário está no trabalho.

A situação pode caracterizar furto.

Já quando o motociclista é ameaçado e obrigado a entregar o veículo, a situação pode caracterizar roubo.

Essa diferença é relevante para a comunicação policial e a análise do seguro.

Qual dos dois crimes é mais frequente?

No levantamento metropolitano de janeiro a julho de 2026, os furtos representaram aproximadamente 74% dos registros analisados.

Isso demonstra a importância das medidas de segurança durante o estacionamento. BOL

Entretanto, o percentual não deve ser generalizado para todas as cidades brasileiras.

O seguro cobre as duas situações?

Depende das coberturas contratadas.

Muitos produtos oferecem proteção para roubo e furto, mas o consumidor deve conferir expressamente quais riscos estão incluídos.

Não se deve presumir cobertura apenas pelo nome comercial.

5. Quais fatores aumentam o risco de roubo e furto?

A exposição depende de diferentes circunstâncias.

O modelo da motocicleta é apenas uma delas.

Entre os fatores relevantes estão circulação frequente, locais de estacionamento, horários e equipamentos de segurança.

A utilização profissional aumenta a exposição?

Motocicletas utilizadas em entregas e serviços podem percorrer distâncias maiores e permanecer em circulação durante diferentes períodos.

Isso pode influenciar a exposição ao risco.

Entretanto, não significa que todos os motociclistas profissionais apresentem a mesma vulnerabilidade.

O estacionamento faz diferença?

Sim.

Manter a moto em locais sem controle de acesso pode representar uma situação diferente daquela de estacioná-la em ambiente monitorado.

É recomendável utilizar travas e dispositivos apropriados, respeitando as orientações de segurança.

A procura por peças influencia?

O mercado ilegal de componentes é um fator relevante no contexto de roubos e furtos.

Comprar peças com procedência comprovada contribui para evitar a circulação de itens de origem criminosa.

Entretanto, não é possível afirmar que todas as ocorrências tenham essa finalidade.

6. Como reduzir o risco de roubo de motocicleta?

Nenhuma medida elimina completamente o risco, mas alguns cuidados podem dificultar a ação criminosa.

Prefira estacionamentos com controle de acesso e boa iluminação.

Sempre confira se a moto foi devidamente travada.

Quando adequado, utilize dispositivos adicionais de segurança compatíveis com o modelo.

Evite deixar capacetes e objetos de valor expostos sem proteção.

Também é importante manter atenção ao ambiente nos momentos de chegada e saída.

Vale a pena utilizar trava de disco?

Pode ser uma medida complementar.

Entretanto, o dispositivo deve ser instalado corretamente e ser compatível com a motocicleta.

Ele não garante proteção absoluta.

Alarmes ajudam?

Podem dificultar determinadas tentativas de subtração ou emitir alertas.

Entretanto, sua eficácia depende do equipamento, instalação e situação.

O que fazer diante de uma abordagem criminosa?

A prioridade deve ser preservar a integridade física.

Não reaja, não persiga criminosos e não tente recuperar a moto por conta própria.

Depois de estar em segurança, procure as autoridades.

7. Rastreador de moto vale a pena?

O rastreador pode auxiliar na localização da motocicleta após uma subtração.

Dependendo do serviço, ele utiliza GPS e outros meios de comunicação.

Entretanto, não impede fisicamente o roubo nem garante recuperação.

Rastreador substitui o seguro?

Não.

O seguro pode oferecer indenização financeira quando ocorre um evento coberto.

Já o rastreador possui finalidade de localização.

São recursos complementares.

Existe desconto no seguro com rastreador?

Pode existir em determinadas condições comerciais.

Entretanto, cada seguradora possui critérios próprios.

Não há garantia de desconto para todos os motociclistas.

8. Seguro de moto cobre roubo e furto?

Sim, quando a apólice contempla essas coberturas e o evento atende às condições estabelecidas.

Existem produtos que oferecem somente proteção contra subtração e outros com garantias mais abrangentes.

CoberturaFinalidade
RouboProteção contra roubo coberto
FurtoProteção contra furto coberto
ColisãoReparação de danos previstos
IncêndioEventos incluídos na apólice
Danos a terceirosResponsabilidade civil contratada
AssistênciaServiços definidos pelo produto

A SUSEP esclarece que seguros do grupo automóvel podem oferecer diferentes riscos isoladamente ou em conjunto.

Para conhecer as opções, veja o conteúdo do SeguroAuto.org sobre seguro de moto.

9. Quanto o seguro paga quando a moto é roubada?

A indenização depende da modalidade e dos critérios definidos no contrato.

Algumas apólices utilizam valor de mercado referenciado.

Outras trabalham com valor determinado.

O seguro paga a Tabela Fipe?

Pode utilizar percentual sobre uma tabela de referência, mas isso não é obrigatório para todas as apólices.

Veja um exemplo hipotético:

Valor de referênciaPercentual contratadoIndenização ilustrativa
R$ 20.00090%R$ 18.000
R$ 20.000100%R$ 20.000
R$ 20.000110%R$ 22.000

Os valores pressupõem um sinistro coberto e a aplicação das regras contratuais.

E se a moto for recuperada?

A seguradora avaliará os danos e a situação conforme a apólice.

A recuperação não significa indenização integral automática.

10. Quanto custa o seguro das motos mais roubadas?

O preço depende do perfil do motociclista, da versão e da região de circulação.

Também podem influenciar idade, tempo de habilitação, utilização profissional e coberturas.

Não existe uma tabela única de seguro para Honda CG, Yamaha Fazer ou Honda XRE.

Uma moto mais roubada sempre possui seguro mais caro?

Não necessariamente.

As seguradoras consideram diferentes fatores para calcular o prêmio.

Um modelo com muitas ocorrências absolutas pode receber propostas distintas conforme o condutor.

Como comparar corretamente?

Solicite cotações com as mesmas informações e coberturas equivalentes.

Confira valores de franquia, limites de indenização e condições da assistência.

O menor preço não representa necessariamente a melhor proteção.

11. O que fazer se a motocicleta for roubada?

Primeiro, garanta sua segurança.

Depois, registre o boletim de ocorrência e comunique a seguradora.

Se houver rastreador, informe a empresa responsável.

Mantenha os documentos e protocolos organizados.

Quais documentos podem ser necessários?

Identificação pessoal, documentos da moto, boletim de ocorrência e informações sobre o evento podem ser solicitados.

A lista definitiva depende da seguradora.

Posso procurar a moto por conta própria?

Não é recomendado.

A recuperação deve ser conduzida pelas autoridades competentes.

12. Como escolher a proteção mais adequada?

O primeiro passo é identificar quanto a motocicleta representa no patrimônio familiar.

Também é importante considerar se ela é utilizada para trabalho.

Se a perda impedir a geração de renda, o impacto pode ser ainda maior.

Compare coberturas de roubo e furto, colisão e danos a terceiros.

Verifique igualmente a existência de franquia e as condições de indenização.

A contratação deve ser compatível com o orçamento.

Leia também:

13. Perguntas frequentes sobre motos roubadas em São Paulo

Qual é a moto mais roubada em São Paulo em 2026?

A Honda CG 160 liderou o levantamento de janeiro a julho de 2026 na Grande São Paulo, com 4.746 ocorrências de roubo e furto somadas.

Qual é a segunda moto mais roubada?

No mesmo levantamento, a Honda CG 150 apareceu na segunda posição, com 498 registros.

Yamaha Fazer 250 está entre as mais visadas?

Sim. A Fazer 250 aparece em terceiro lugar no recorte metropolitano apresentado.

Scooter também pode ser roubada?

Sim. A Honda PCX 150 está entre os modelos presentes no ranking.

Rastreador garante recuperação?

Não. Ele pode auxiliar na localização, mas não garante recuperação.

Seguro de moto cobre furto?

Pode cobrir quando essa garantia está prevista na apólice e o evento atende às condições contratadas.

Seguro de moto para entregador é diferente?

A utilização profissional deve ser declarada e aceita pela seguradora. As condições podem variar.

Motos antigas precisam de seguro?

A necessidade depende do valor do veículo e da capacidade financeira do proprietário de suportar uma perda.

14. Conclusão: como proteger sua motocicleta em São Paulo?

Os dados de 2026 mostram que motocicletas populares continuam concentrando muitos registros de roubo e furto na Grande São Paulo.

A Honda CG 160 apresenta uma liderança expressiva, seguida por outros modelos utilizados em deslocamentos cotidianos e atividades profissionais.

Entretanto, a quantidade de ocorrências não deve ser confundida com o risco individual.

A região, o estacionamento, os horários e as características da motocicleta também influenciam a exposição.

Adotar cuidados preventivos e considerar dispositivos de segurança pode ajudar a reduzir vulnerabilidades.

O seguro de moto, por sua vez, pode oferecer proteção financeira diante de eventos cobertos.

Proteja sua moto com o SeguroAuto.org

A motocicleta representa mobilidade, patrimônio e, para muitos proprietários, uma ferramenta essencial de trabalho.

Por isso, escolher uma proteção adequada faz parte do planejamento financeiro.

Conheça as informações do SeguroAuto.org sobre seguro de moto e compare alternativas compatíveis com suas necessidades.

Conteúdo revisado por Walter Tadeu de Oliveira Filho, Corretor de Seguros – Registro SUSEP: 201103878

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