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SUVs Mais Roubados em 2026: Ranking

SUVs Mais Roubados em 2026: Ranking Atualizado

Atualizado em 22 de outubro de 2026

Usamos dados de roubos e furtos somados na Grande São Paulo, de janeiro a julho de 2026, divulgados em outubro em levantamento da Ituran com base em dados da SSP-SP. Não se trata de resultado nacional nem do ano completo.

O tema suvs mais roubados reúne dúvidas de quem pesquisa, compara e decide antes de assumir um compromisso financeiro. Este guia editorial do SeguroAuto.org reúne critérios práticos, documentos e limites reais para apoiar uma decisão informada. A análise distingue fatos regulatórios, estatísticas delimitadas e exemplos meramente ilustrativos, sem transformar referência genérica em cotação.

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SUVs Mais Roubados em 2026: Ranking

Índice de conteúdo

  1. Como o ranking de SUVs roubados foi formado?
  2. Quais são os dez SUVs com mais ocorrências?
  3. Por que o Jeep Renegade lidera a lista regional?
  4. Como o Nissan Kicks chegou ao segundo lugar?
  5. O que os dados mostram sobre Honda HR-V e Jeep Compass?
  6. Quais outros SUVs aparecem no levantamento?
  7. Roubo e furto significam a mesma coisa?
  8. Onde e quando as ocorrências se concentram?
  9. Como calcular o risco proporcional de um SUV?
  10. Por que mercado de peças e circulação importam?
  11. Rastreador e bloqueador realmente ajudam?
  12. Quais hábitos podem reduzir furtos de SUV?
  13. Seguro auto cobre roubo e furto de SUV?
  14. Como funciona a indenização em perda total?
  15. Quanto o seguro de SUV pode variar por região?
  16. Qual a conclusão sobre SUVs mais roubados em 2026?
  17. Perguntas frequentes
  18. Conclusão

Quadro de referência e pontos de verificação

ElementoO que conferir
Como o ranking de SUVs roubados foi formadoUsamos dados de roubos e furtos somados na Grande São Paulo, de janeiro a julho de 2026, divulgados em outubro em levantamento da Ituran com base em dados da SSP-SP
Quais são os dez SUVs com mais ocorrênciasA classificação divulgada inclui Renegade 631, Kicks 597, HR-V 566, Compass 485, Tucson 225, Fastback 207, T-Cross 189, EcoSport 182, Pulse 139 e Creta 132 registros.
Por que o Jeep Renegade lidera a lista regionalO Renegade somou 631 ocorrências no período analisado
Como o Nissan Kicks chegou ao segundo lugarO Kicks passou de 383 ocorrências no recorte equivalente de 2025 para 597 em 2026, alta aproximada de 56%, segundo o levantamento divulgado.
O que os dados mostram sobre Honda HR-V e Jeep CompassO HR-V teve 566 ocorrências e o Compass 485 no período de janeiro a julho de 2026 na Grande São Paulo
Quais outros SUVs aparecem no levantamentoTucson, Fastback, T-Cross, EcoSport, Pulse e Creta completam a relação divulgada, com volumes menores no recorte
Roubo e furto significam a mesma coisaFurto ocorre sem violência ou grave ameaça contra a vítima; roubo envolve violência ou ameaça
Onde e quando as ocorrências se concentramO levantamento observa variações por bairros, dias e horários; tais padrões não são previsões de risco para qualquer rua

1. Como o ranking de SUVs roubados foi formado?

Usamos dados de roubos e furtos somados na Grande São Paulo, de janeiro a julho de 2026, divulgados em outubro em levantamento da Ituran com base em dados da SSP-SP. Não se trata de resultado nacional nem do ano completo.

O número absoluto de ocorrências não considera a frota de cada modelo. Por isso, a lista indica volume registrado na região, não probabilidade individual de um carro ser alvo. O índice proporcional exigiria número confiável de unidades circulantes por modelo.

Para interpretar corretamente essa informação, é essencial preservar três filtros: localidade, intervalo de coleta e tipo de evento. Os números usados aqui se referem à Grande São Paulo de janeiro a julho de 2026, não ao Brasil inteiro. Mudanças posteriores podem alterar posições. Consulte a fonte e não trate contagens regionais como taxas de risco individuais.

2. Quais são os dez SUVs com mais ocorrências?

A classificação divulgada inclui Renegade 631, Kicks 597, HR-V 566, Compass 485, Tucson 225, Fastback 207, T-Cross 189, EcoSport 182, Pulse 139 e Creta 132 registros.

A ordem reflete a soma de roubos e furtos em um período específico. Não se deve interpretar a posição como atestado de baixa qualidade do veículo. Os registros se relacionam à frota, circulação, localização e mercado de peças.

No uso diário, prevenção é mais útil quando combina medidas práticas. Verifique onde o carro passa a noite, avalie dispositivos de segurança compatíveis e mantenha apólice adequada ao valor do patrimônio. A contratação deve ser feita com dados corretos, pois coberturas, assistência, indenização e franquias variam entre propostas. Não espere uma ocorrência para descobrir as limitações do contrato.

3. Por que o Jeep Renegade lidera a lista regional?

O Renegade somou 631 ocorrências no período analisado. Sua presença expressiva na frota e diferentes contextos de utilização são elementos a observar, sem estabelecer uma causa única.

O fato de liderar ocorrências não prova risco proporcional maior que o de todos os concorrentes. Para um proprietário, CEP de pernoite e local de estacionamento podem influenciar muito mais a exposição concreta do que o ranking geral.

Para interpretar corretamente essa informação, é essencial preservar três filtros: localidade, intervalo de coleta e tipo de evento. Os números usados aqui se referem à Grande São Paulo de janeiro a julho de 2026, não ao Brasil inteiro. Mudanças posteriores podem alterar posições. Consulte a fonte e não trate contagens regionais como taxas de risco individuais.

4. Como o Nissan Kicks chegou ao segundo lugar?

O Kicks passou de 383 ocorrências no recorte equivalente de 2025 para 597 em 2026, alta aproximada de 56%, segundo o levantamento divulgado.

Mudanças de posição podem decorrer de deslocamentos de demanda, circulação e atuação criminosa, mas a causa não pode ser inferida dos números por si só. Para o motorista, o sinal é a importância de prevenção associada à cobertura correta.

No uso diário, prevenção é mais útil quando combina medidas práticas. Verifique onde o carro passa a noite, avalie dispositivos de segurança compatíveis e mantenha apólice adequada ao valor do patrimônio. A contratação deve ser feita com dados corretos, pois coberturas, assistência, indenização e franquias variam entre propostas. Não espere uma ocorrência para descobrir as limitações do contrato.

5. O que os dados mostram sobre Honda HR-V e Jeep Compass?

O HR-V teve 566 ocorrências e o Compass 485 no período de janeiro a julho de 2026 na Grande São Paulo. São números absolutos de subtrações registradas.

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Esses modelos têm públicos e versões diferentes. Segurança eletrônica de fábrica, rastreador adicional e hábitos de estacionamento podem afetar cenários individuais, mas não eliminam riscos. Compare a apólice para roubo, furto e danos parciais.

Para interpretar corretamente essa informação, é essencial preservar três filtros: localidade, intervalo de coleta e tipo de evento. Os números usados aqui se referem à Grande São Paulo de janeiro a julho de 2026, não ao Brasil inteiro. Mudanças posteriores podem alterar posições. Consulte a fonte e não trate contagens regionais como taxas de risco individuais.

6. Quais outros SUVs aparecem no levantamento?

Tucson, Fastback, T-Cross, EcoSport, Pulse e Creta completam a relação divulgada, com volumes menores no recorte. A presença de modelos recentes e fora de linha mostra diversidade de perfis atingidos.

Não compare diretamente carros de idades e frotas muito diferentes. Para uma decisão de compra, é necessário avaliar manutenção, disponibilidade de peças, custo do seguro e índice proporcional por região, quando houver dados.

No uso diário, prevenção é mais útil quando combina medidas práticas. Verifique onde o carro passa a noite, avalie dispositivos de segurança compatíveis e mantenha apólice adequada ao valor do patrimônio. A contratação deve ser feita com dados corretos, pois coberturas, assistência, indenização e franquias variam entre propostas. Não espere uma ocorrência para descobrir as limitações do contrato.

7. Roubo e furto significam a mesma coisa?

Furto ocorre sem violência ou grave ameaça contra a vítima; roubo envolve violência ou ameaça. No seguro auto, a cobertura deve estar expressamente contratada e os eventos analisados segundo a apólice.

O levantamento aponta que furtos corresponderam a cerca de 89% dos registros de SUVs naquele período, o que direciona atenção para segurança em estacionamento, proteção de chaves e sistemas antifurto.

Para interpretar corretamente essa informação, é essencial preservar três filtros: localidade, intervalo de coleta e tipo de evento. Os números usados aqui se referem à Grande São Paulo de janeiro a julho de 2026, não ao Brasil inteiro. Mudanças posteriores podem alterar posições. Consulte a fonte e não trate contagens regionais como taxas de risco individuais.

8. Onde e quando as ocorrências se concentram?

O levantamento observa variações por bairros, dias e horários; tais padrões não são previsões de risco para qualquer rua. A capital apresentou dinâmica diferente dos municípios vizinhos.

Não presuma que uma região considerada tranquila esteja livre de ocorrências. Prefira locais iluminados, estacionamentos controlados e reduza exposição de objetos no interior do carro.

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No uso diário, prevenção é mais útil quando combina medidas práticas. Verifique onde o carro passa a noite, avalie dispositivos de segurança compatíveis e mantenha apólice adequada ao valor do patrimônio. A contratação deve ser feita com dados corretos, pois coberturas, assistência, indenização e franquias variam entre propostas. Não espere uma ocorrência para descobrir as limitações do contrato.

9. Como calcular o risco proporcional de um SUV?

Divida as ocorrências de um modelo por sua frota circulante na mesma área e período e multiplique por mil ou cem mil veículos. A comparação só é válida com bases equivalentes.

Um modelo com 600 registros e 300 mil unidades pode ter taxa menor que outro com 200 ocorrências e 30 mil unidades. Esse exemplo é apenas matemático e não corresponde à frota real dos SUVs listados.

Para interpretar corretamente essa informação, é essencial preservar três filtros: localidade, intervalo de coleta e tipo de evento. Os números usados aqui se referem à Grande São Paulo de janeiro a julho de 2026, não ao Brasil inteiro. Mudanças posteriores podem alterar posições. Consulte a fonte e não trate contagens regionais como taxas de risco individuais.

10. Por que mercado de peças e circulação importam?

Carros populares e com grande circulação podem concentrar mais registros absolutos. Peças têm mercados legais e ilegais, mas não é possível atribuir cada ocorrência a um motivo único.

Estacionamento, oportunidade, dispositivos de proteção e padrões locais influenciam eventos concretos. Evite discursos que culpem o proprietário pelo crime; medidas preventivas reduzem exposição sem assegurar risco zero.

No uso diário, prevenção é mais útil quando combina medidas práticas. Verifique onde o carro passa a noite, avalie dispositivos de segurança compatíveis e mantenha apólice adequada ao valor do patrimônio. A contratação deve ser feita com dados corretos, pois coberturas, assistência, indenização e franquias variam entre propostas. Não espere uma ocorrência para descobrir as limitações do contrato.

11. Rastreador e bloqueador realmente ajudam?

Rastreador pode auxiliar na localização e recuperação após subtração, quando instalado e utilizado corretamente. Bloqueadores e alarmes oferecem funções distintas.

Nenhum equipamento garante recuperação e seu uso deve respeitar orientações técnicas. Antes de instalar, verifique garantia do veículo, compatibilidade elétrica e eventual exigência da seguradora.

Para interpretar corretamente essa informação, é essencial preservar três filtros: localidade, intervalo de coleta e tipo de evento. Os números usados aqui se referem à Grande São Paulo de janeiro a julho de 2026, não ao Brasil inteiro. Mudanças posteriores podem alterar posições. Consulte a fonte e não trate contagens regionais como taxas de risco individuais.

12. Quais hábitos podem reduzir furtos de SUV?

Controle das chaves, atenção a locais de estacionamento, revisão de travas, dispositivos antifurto e redução de previsibilidade são medidas úteis.

Evite expor localização em tempo real em redes sociais e não deixe documentos sensíveis dentro do veículo. Em situação de roubo, a integridade pessoal deve prevalecer: não tente reagir nem perseguir criminosos.

No uso diário, prevenção é mais útil quando combina medidas práticas. Verifique onde o carro passa a noite, avalie dispositivos de segurança compatíveis e mantenha apólice adequada ao valor do patrimônio. A contratação deve ser feita com dados corretos, pois coberturas, assistência, indenização e franquias variam entre propostas. Não espere uma ocorrência para descobrir as limitações do contrato.

13. Seguro auto cobre roubo e furto de SUV?

A cobertura depende da contratação; roubo e furto geralmente aparecem na proteção de casco correspondente. Responsabilidade civil a terceiros, isoladamente, não substitui proteção contra subtração.

Leia as condições de perda total, eventuais limites, regras de indenização e procedimentos em caso de recuperação do carro. Informe corretamente utilização e CEP de pernoite ao cotar.

Para interpretar corretamente essa informação, é essencial preservar três filtros: localidade, intervalo de coleta e tipo de evento. Os números usados aqui se referem à Grande São Paulo de janeiro a julho de 2026, não ao Brasil inteiro. Mudanças posteriores podem alterar posições. Consulte a fonte e não trate contagens regionais como taxas de risco individuais.

14. Como funciona a indenização em perda total?

Em caso coberto, a indenização segue a modalidade contratada: valor de mercado referenciado, com percentual de ajuste, ou valor determinado, conforme previsão contratual.

Não se pode prometer pagamento automático de 100% da Tabela Fipe em todas as situações. Confira também débitos, alienação fiduciária, documentos exigidos e a relação com o banco financiador.

No uso diário, prevenção é mais útil quando combina medidas práticas. Verifique onde o carro passa a noite, avalie dispositivos de segurança compatíveis e mantenha apólice adequada ao valor do patrimônio. A contratação deve ser feita com dados corretos, pois coberturas, assistência, indenização e franquias variam entre propostas. Não espere uma ocorrência para descobrir as limitações do contrato.

15. Quanto o seguro de SUV pode variar por região?

O prêmio depende de perfil do condutor, CEP, versão, utilização, franquia, coberturas e política da seguradora. O ranking regional pode compor o contexto de risco, mas não determina sozinho o preço.

Faça simulações equivalentes antes de escolher um SUV. Diferenças de rede de oficinas, cobertura para terceiros e assistência podem ser tão relevantes quanto o valor final do prêmio.

Para interpretar corretamente essa informação, é essencial preservar três filtros: localidade, intervalo de coleta e tipo de evento. Os números usados aqui se referem à Grande São Paulo de janeiro a julho de 2026, não ao Brasil inteiro. Mudanças posteriores podem alterar posições. Consulte a fonte e não trate contagens regionais como taxas de risco individuais.

16. Qual a conclusão sobre SUVs mais roubados em 2026?

Os números mostram o panorama parcial da Grande São Paulo: Renegade, Kicks e HR-V concentram as maiores quantidades entre janeiro e julho, mas o risco individual exige contexto adicional.

A escolha mais responsável combina leitura crítica das estatísticas, medidas preventivas, proteção patrimonial e uma apólice coerente com o uso do veículo.

No uso diário, prevenção é mais útil quando combina medidas práticas. Verifique onde o carro passa a noite, avalie dispositivos de segurança compatíveis e mantenha apólice adequada ao valor do patrimônio. A contratação deve ser feita com dados corretos, pois coberturas, assistência, indenização e franquias variam entre propostas. Não espere uma ocorrência para descobrir as limitações do contrato.

17. Perguntas frequentes

Qual é o SUV mais roubado em 2026?

Usamos dados de roubos e furtos somados na Grande São Paulo, de janeiro a julho de 2026, divulgados em outubro em levantamento da Ituran com base em dados da SSP-SP. Não se trata de resultado nacional nem do ano completo. O número absoluto de ocorrências não considera a frota de cada modelo. Por isso, a lista indica volume registrado na região, não probabilidade individual de um carro ser alvo. O índice proporcional exigiria número confiável de unidades circulantes por modelo.

Esse ranking é nacional?

A classificação divulgada inclui Renegade 631, Kicks 597, HR-V 566, Compass 485, Tucson 225, Fastback 207, T-Cross 189, EcoSport 182, Pulse 139 e Creta 132 registros. A ordem reflete a soma de roubos e furtos em um período específico. Não se deve interpretar a posição como atestado de baixa qualidade do veículo. Os registros se relacionam à frota, circulação, localização e mercado de peças.

O que significa roubo e furto somados?

O Renegade somou 631 ocorrências no período analisado. Sua presença expressiva na frota e diferentes contextos de utilização são elementos a observar, sem estabelecer uma causa única. O fato de liderar ocorrências não prova risco proporcional maior que o de todos os concorrentes. Para um proprietário, CEP de pernoite e local de estacionamento podem influenciar muito mais a exposição concreta do que o ranking geral.

Nissan Kicks aparece em qual posição?

O Kicks passou de 383 ocorrências no recorte equivalente de 2025 para 597 em 2026, alta aproximada de 56%, segundo o levantamento divulgado. Mudanças de posição podem decorrer de deslocamentos de demanda, circulação e atuação criminosa, mas a causa não pode ser inferida dos números por si só. Para o motorista, o sinal é a importância de prevenção associada à cobertura correta.

O Renegade é mais arriscado proporcionalmente?

O HR-V teve 566 ocorrências e o Compass 485 no período de janeiro a julho de 2026 na Grande São Paulo. São números absolutos de subtrações registradas. Esses modelos têm públicos e versões diferentes. Segurança eletrônica de fábrica, rastreador adicional e hábitos de estacionamento podem afetar cenários individuais, mas não eliminam riscos. Compare a apólice para roubo, furto e danos parciais.

Qual diferença entre roubo e furto?

Tucson, Fastback, T-Cross, EcoSport, Pulse e Creta completam a relação divulgada, com volumes menores no recorte. A presença de modelos recentes e fora de linha mostra diversidade de perfis atingidos. Não compare diretamente carros de idades e frotas muito diferentes. Para uma decisão de compra, é necessário avaliar manutenção, disponibilidade de peças, custo do seguro e índice proporcional por região, quando houver dados.

Rastreador garante recuperação?

Furto ocorre sem violência ou grave ameaça contra a vítima; roubo envolve violência ou ameaça. No seguro auto, a cobertura deve estar expressamente contratada e os eventos analisados segundo a apólice. O levantamento aponta que furtos corresponderam a cerca de 89% dos registros de SUVs naquele período, o que direciona atenção para segurança em estacionamento, proteção de chaves e sistemas antifurto.

Seguro auto paga Tabela Fipe?

O levantamento observa variações por bairros, dias e horários; tais padrões não são previsões de risco para qualquer rua. A capital apresentou dinâmica diferente dos municípios vizinhos. Não presuma que uma região considerada tranquila esteja livre de ocorrências. Prefira locais iluminados, estacionamentos controlados e reduza exposição de objetos no interior do carro.

O que fazer após roubo do SUV?

Divida as ocorrências de um modelo por sua frota circulante na mesma área e período e multiplique por mil ou cem mil veículos. A comparação só é válida com bases equivalentes. Um modelo com 600 registros e 300 mil unidades pode ter taxa menor que outro com 200 ocorrências e 30 mil unidades. Esse exemplo é apenas matemático e não corresponde à frota real dos SUVs listados.

Carro novo também é furtado?

Carros populares e com grande circulação podem concentrar mais registros absolutos. Peças têm mercados legais e ilegais, mas não é possível atribuir cada ocorrência a um motivo único. Estacionamento, oportunidade, dispositivos de proteção e padrões locais influenciam eventos concretos. Evite discursos que culpem o proprietário pelo crime; medidas preventivas reduzem exposição sem assegurar risco zero.

Posso contratar só roubo e furto?

Rastreador pode auxiliar na localização e recuperação após subtração, quando instalado e utilizado corretamente. Bloqueadores e alarmes oferecem funções distintas. Nenhum equipamento garante recuperação e seu uso deve respeitar orientações técnicas. Antes de instalar, verifique garantia do veículo, compatibilidade elétrica e eventual exigência da seguradora.

Quais hábitos ajudam a prevenir?

Controle das chaves, atenção a locais de estacionamento, revisão de travas, dispositivos antifurto e redução de previsibilidade são medidas úteis. Evite expor localização em tempo real em redes sociais e não deixe documentos sensíveis dentro do veículo. Em situação de roubo, a integridade pessoal deve prevalecer: não tente reagir nem perseguir criminosos.

18. Conclusão

O assunto suvs mais roubados deve ser analisado a partir das condições efetivas de cada situação e não apenas do preço ou título anunciado. As informações deste guia ajudam a separar o que está comprovado do que depende de avaliação, proposta, documentação ou contratação. Para avançar com segurança, reúna os dados relevantes, compare alternativas equivalentes e mantenha registro das condições apresentadas.

Consulte as referências e os canais do SeguroAuto.org para aprofundar a pesquisa. Sempre que houver valor financeiro envolvido, solicite simulação ou cotação formal; uma estimativa editorial não é oferta vinculante.

https://www.ssp.sp.gov.br/estatistica/consultas

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Conteúdo revisado por Walter Tadeu de Oliveira Filho, Corretor de Seguros – Registro SUSEP: 201103878

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