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Coisas que você deve saber na hora de contratar um seguro auto

Quem tem um carro e quer utilizá-lo de forma tranquila, sem preocupações, precisa ter um seguro auto. Porém, na hora de contratar esse serviço, é necessária atenção. São muitos os planos de proteção, e o usuário precisa ter a certeza de pagar apenas pelo que precisa.

Contratar um seguro auto é uma tarefa simples, mas requer cuidados. Isso porque, são muitos os planos e seguradoras no mercado.

Alguns podem não atender ao que o consumidor precisa. Outros, podem “exagerar” nas proteções, tendo um custo maior do que o ideal.

Mas você não precisa desanimar. Com algumas dicas, você vai encontrar, rapidinho, a melhor proteção para o seu veículo.

Lembre-se, apenas, de sempre ler o contrato com atenção. Antes de assiná-lo, você precisa compreender cada requisito e cláusula. Assim, você receberá a indenização sempre que for necessário.

A seguir, listamos 7 coisas que você precisa saber antes de contratar um seguro auto. Acompanhe e faça a melhor contratação!

Coisas que você deve saber na hora de contratar um seguro auto

Imagem: Getty

7 coisas para ficar de olho ao contratar um seguro auto

Um seguro auto é essencial para que o usuário tenha seus prejuízos com o carro ressarcidos. Após uma colisão, por exemplo, pode ocorrer uma perda parcial do veículo.

Ou seja, ele ficará danificado, e precisará ir à oficina. Neste caso, a seguradora paga por parte do conserto, e o consumidor por outra parte. Essa divisão de custos torna o valor mais leve ao bolso do cliente.

Outra possibilidade é que ocorra um sinistro total. Neste caso, o reparo do carro teria custo maior do que 75% do valor do carro.

Assim, o automóvel não é consertado. Em vez disso, o segurado recebe a indenização integral do seguro. Com ela, ele poderá comprar um novo carro.

Todas essas garantias, porém, só existem quando o cliente faz a contratação correta.

É preciso ter a certeza de que a seguradora é de confiança, e também de que o plano é o ideal para as suas necessidades. Veja, nos próximos tópicos, dicas para contratar o melhor seguro auto.

1 – Pesquisa de valores e coberturas

Antes de escolher uma seguradora, o consumidor deve fazer uma pesquisa em, pelo menos, três empresas.

Nesse momento, será hora de avaliar não somente os valores das proteções, mas também quais são as coberturas e serviços inclusos. É importante optar pela companhia com melhor custo-benefício.

As coberturas de seguro são as mais diversas. A mais básica geralmente protege o veículo contra roubo, furto, incêndio e queda de raio.

Porém, também é possível contratar coberturas adicionais, como a que protege os acessórios do carro (rádio, kit gás, TV automotiva etc.), vidros, a que dá assistência 24 horas ao motorista e outras.

Com tantas opções, o usuário precisa considerar as suas necessidades. De nada adianta, por exemplo, contratar uma cobertura contra inundações, se a sua cidade não tem ocorrências do problema.

Incluir a proteção do plano só serviria para encarecê-lo, já que o número de coberturas influencia no custo total.

Ainda assim, é importante não eliminar coberturas apenas para economizar. Nestes casos, se uma cobertura é necessária, mas não é contratada, o consumidor pode se arrepender.

Afinal, após um sinistro, o usuário terá que arcar sozinho com o prejuízo. Esse tipo de gasto costuma ser bem maior do que seria necessário se  a seguradora arcasse com o prejuízo.

Pesquise com amigos e online!

Também vale a pena pesquisar com conhecidos sobre o atendimento das seguradoras e o suporte que elas oferece. É muito provável que você conheça um motorista segurado, não é mesmo?

Ter  maior noção sobre o atendimento da seguradora vai lhe dar mais garantias de uma boa assessoria quando você mais precisar.

Além disso, o SeguroAuto.org oferece uma forma fácil de fazer essa pesquisa detalhada, sem que o usuário precise entrar em contato com várias empresas.

Basta que você envie os seus dados e de seu veículo no site. Depois, em pouco tempo, você receberá a cotação dos preços dos seguros das melhores empresas da sua região.

O atendimento é feito por um corretor especializado, que ainda poderá sanar as suas dúvidas.

2 – Avaliação da franquia

A franquia do seguro é um valor que o segurado paga em caso de sinistro. É por meio dela que seguradora e consumidor “dividem” os custos com o reparo do carro.

A franquia só é cobrada em caso de sinistro parcial e, quanto maior ela for, menor costuma ser o valor de seguro.

Imagine que o seu seguro tenha franquia de R$ 1 mil. Seu carro sofre uma colisão, e seu conserto ficará em R$ 3 mil.

Isso significa que você será o responsável por pagar R$ 1 mil à oficina, e a seguradora vai quitar os R$ 2 mil restantes.

Nossa dica é: se você está preocupado com pequenos danos, opte por uma franquia menor. Se um sinistro ocorrer, você irá pagar a maior parte do prejuízo. Em contrapartida, o custo do seu seguro será menor.

Já se a sua preocupação forem danos maiores,  escolha uma franquia maior. Assim, grandes prejuízos serão pagos pela seguradora.

Essa geralmente é a melhor alternativa para motoristas piuco experientes e/ou mais sujeitos a sinistros.

Em todo o caso, a melhor opção de franquia costuma ser a básica. Isso porque, ela balanceia bem o custo do seguro e o valor da franquia do consumidor.

3 – As classes de bônus

O bônus é válido apenas para quem está renovando o seguro ou trocando de seguradora. Ele consiste em um desconto sobre o valor do prêmio, concedido conforme o número de pontos do usuário.

O indivíduo acumula um ponto a cada ano em que renova o seguro. Porém, é preciso que ele não tenha registrado nenhum sinistro no ano anterior.

A cada vez que um sinistro é registrado, o consumidor perde uma classe de bônus. Ou seja, perde uma porcentagem de desconto que receberia ao renovar a proteção para ao veículo.

Os valores de desconto variam por operadora. Por isso, é importante consultar as regras do benefício com a seguradora escolhida.

De qualquer forma, é importante dizer que as classes de bônus estão ligadas ao CPF do consumidor. Não ao carro, nem a seguradora.

Assim, o usuário pode mudar de automóvel e de seguradora, mas continuará tendo acesso ao desconto.

4 – Modelo do carro x seguro

Entre os fatores que a seguradora avalia para a definição do custo do seguro, está o modelo do carro. Para quem está pensando em comprar um veículo, vale a pena pesquisar o seguro antes.

Isso porque, algumas marcas e modelos de carros costumam ter maior incidência de roubos e furtos. Nesse caso, o seguro delas também é mais caro, já que a seguradora terá maior risco de arcar com indenizações.

5 – Você não deve mentir

Na hora da contratação do seguro, o usuário precisa preencher um formulário. Esse formulário vai caracterizar o perfil do condutor ou condutores do carro, além dos hábitos de utilização do veículo.

O questionário serve para a seguradora identifique os riscos de veículo e, assim, elabore uma apólice.

Basicamente, quanto maior o risco de sinistro, maior o custo do seguro. Assim, a seguradora resguarda seus lucros.

Afinal, se ela corre o risco de pagar indenização de modo mais frequente, ela precisa garantir que receberá o suficiente para essas indenizações e o seu lucro empresarial.

Por isso, a mentira ou omissão de informações por parte do consumidor pode prejudicar a definição dos custos considerados justos.

Após um sinistro, a seguradora faz uma nova avaliação do perfil do indivíduo e de como a ocorrência se desenrolou.

Caso perceba inconsistências entre os fatos e informações, a empresa poderá alegar fraude pelo usuário, e então se negar a pagar a indenização.

Isso acontece, por exemplo, quando o motorista diz que é o único e exclusivo condutor do carro, mas, na verdade, sua esposa também dirige o veículo quase todos os dias.

Ou então, quando o perfil na apólice diz que o carro sempre fica estacionado em lugar fechado e seguro durante o dia, mas o veículo é furtado porque estava parado na via pública.

6 – Atenção à vistoria prévia

A vistoria prévia é solicitada pelas seguradoras, para que ela avalie a condição em que o veículo se encontra. Tanto no aspecto visual, quanto em suas características motoras e elétricas.

Defeitos no carro podem favorecer sinistros e, então, tornar a necessidade de indenização mais evidente.

Este fator pode influenciar no custo do seguro, mas também na negativa da proteção. Ou seja, a empresa não é obrigada a segurar seu veículo.

Se achar que o negócio não vale a pena, ela tem a liberdade de pedir ao usuário que procure por outra companhia de proteção. Isso, claro, antes da assinatura do contrato.

É a própria seguradora que realiza a inspeção, ou então uma empresa credenciada por ela. Porém, o procedimento nem sempre é solicitado.

Vale a pena verificar se a empresa desejada faz essa avaliação, e já se programar para levar o carro à oficina para análise.

7 – Recusa da proposta

Como citado, pode acontecer de a seguradora recusar a proposta de proteção do seu carro, por vários motivos.

Como por documentos irregulares, inadimplência de pagamento das mensalidades, carteira de habilitação suspensa, carro blindado ou de luxo e outros. Por isso, é preciso que você esteja atento.

Em caso de recusa, o seu veículo só estará coberto por dois dias após o contato da seguradora. O tempo é o suficiente, apenas, para que o consumidor procure  por uma nova companhia.

De qualquer forma, você pode avaliar o porquê da recusa, e então solicitar uma nova avaliação pela mesma seguradora. Por vezes, a entrega dos documentos faltantes é o suficiente para a aprovação pela empresa.

Na hora de contratar um seguro auto, fique de olho nessas dicas e conte com a ajuda do SeguroAuto.org ao fazer sua cotação. Assim, você vai obter a melhor proteção para o seu carro!

Jeniffer Elaina da Silva

Especialista em seguros, Jeniffer Elaina trabalha com redação, revisão e otimização SEO desde 2012. É formada em Marketing com pós em Administração na FGV e atualmente cursa Gestão de Seguros. Possui mais de 2.000 textos e 5 e-books publicados na área de seguros.

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