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Como funciona o sinistro do seguro auto PCD?

Quer saber o que fazer em caso de sinistro do seguro auto PCD, e como ele funciona? Então, leia o artigo com atenção e esteja preparado caso aconteça um acidente, roubo ou outra situação segurada.

No momento da contratação de um seguro, surgem muitas dúvidas, especialmente quando o assunto são as indenizações para clientes com deficiência.

Por exemplo: como funciona o sinistro do seguro auto PCD?

Antes de responder a essa pergunta, é importante destacar um ponto.

Existem muitas seguradoras disponíveis para se contratar este serviço no mercado.

Então, é bom ficar atento para entender o funcionamento da cobertura e como a seguradora pode te ajudar em caso de sinistro. Veja a seguir.

Como funciona o sinistro do seguro auto PCD?

Imagem: Getty

Quem é considerado PCD?

Muitas vezes, erramos ao pensar que uma pessoa com deficiência é somente aquela que não enxerga ou que anda em cadeira de rodas.

Na verdade, pessoas com problemas como miastenia (distúrbio dos nervos), por exemplo, também são consideradas PCD.

Algumas limitações que afetam temporariamente a mobilidade do motorista, como hérnia ou cirurgia nos seios, também entram nesta categoria.

Vale a pena pesquisar para saber e saber se você tem direito.

Na hora de contratar um seguro, nem sempre o indivíduo com deficiência é o segurado.

Em vez disso, é permitido que o condutor legal do veículo contrate a proteção.

Ou seja, uma pessoa com vínculo de primeiro grau com o PCD e que dirige o veículo em benefício do primeiro.

Na hora de contratar o seguro, lembre-se de tirar qualquer dúvida sobre esse aspecto com a seguradora.

Assim, você terá a certeza dos documentos de que precisa para contratar o seguro auto a favor do PCD.

Quais são os descontos e impostos?

Segundo a legislação brasileira, pessoas com deficiência têm isenção de tributos na compra de um carro.

Isso garante a compra do veículo por um preço muito mais em conta.

Por esse mesmo motivo, os custos de um seguro auto para PCD também muda.

Os custos de um seguro variam conforme o perfil do segurado e do carro.

Muitas vezes, as empresas consideram o veículo de um PCD menos “arriscado”.

Afinal de contas, esses motoristas, ou seus condutores legais, acabam por ter maior prudência no trânsito.

Como resultado, o preço do seguro para este público pode ser menor.

Vale lembrar, porém, que vários fatores afetam o custo da proteção.

Logo, é essencial entrar em contato com a seguradora e solicitar uma cotação.

Só assim você terá a certeza dos valores que precisará pagar.

Como funciona o sinistro do seguro auto PCD?

Assim como em um seguro “comum”, um sinistro do seguro auto PCD pode ocorrer de dois modos: parcial ou integral.

Primeiro: se  um acidente ocorrer e os danos não chegarem em 75% do valor do carro, a perda será parcial.

Neste caso, o conserto se dará por meio do seguro.

Para o reparo de um sinistro parcial, segurado e seguradora dividem os gastos.

Para isso, a franquia é paga pelo segurado à oficina. Depois, a seguradora quita o restante dos valores.

A franquia do seguro é fixa ou percentual, e fica determinada na apólice.

Por exemplo: o conserto do carro ficará em R$ 5 mil, e a sua franquia é de R$ 1 mil.

Isso significa que você, segurado, precisará pagar R$ 1 mil à oficina.

Os R$ 4 mil restantes serão de responsabilidade da seguradora.

Ou seja, no caso de sinistros de perda parcial, não existe mudança do seguro PCD para um seguro “comum”.

A cobertura é a mesma para veículos com isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) e para o auto sem esta isenção.

E se o sinistro for de indenização integral?

Para ser considerado um sinistro de indenização integral, é necessário que ocorra um dos casos abaixo:

  • Furto ou roubo sem que o carro seja recuperado;
  • Perda total, ou seja, danos que ultrapassem 75% do valor do carro que consta na tabela Fipe;
  • Incêndio.

Quando ocorrem estes tipos de sinistro, a liberação do pagamento da indenização só ocorre após a transferência do carro para a seguradora contratada.

O ponto é que, se o veículo possui isenção fiscal (IPI e ICMS) para pessoas com deficiência (PCD), algumas regras precisam ser seguidas.

É necessário começar por prestar contas à Receita Federal ou a Secretária da Fazenda.

Especialmente porque um veículo comprado com isenção não pode ser repassado a outro proprietário antes de dois anos.

É preciso que a Receita compreenda que a transferência do carro não está sendo feita por uma venda, mas sim devido a um sinistro total.

Só depois disto é que a transferência será autorizada.

As regras para essa transferência falam, basicamente, sobre as baixas do IPI.

Não é necessária a baixa do IPI Obrigatório recolhimento do IPI
Perda total do automóvel Salvado ou “sucata” é transferido para a seguradora
Furto ou roubo sem recuperação Veículo recuperado do furto ou roubo

Vale destacar que, apesar da perda total, o carro continuará existindo.

Não será realizada nenhuma baixa no DETRAN (Departamento de Trânsito) antes da transferência do auto para a seguradora.

Depois, se desejar, a empresa poderá realizar essa baixa.

Como você pôde perceber, só existe diferença no sinistro do seguro auto PCD caso a indenização seja integral.

É necessário consultar uma seguradora e o DETRAN para saber se você se encaixa na categoria de PCD.

Como acionar o seguro auto?

Assim que um sinistro acontece, e importante informar a seguradora sobre o ocorrido.

O usuário deve fornecer o maior número possível de informações à empresa.

Em caso de colisão, por exemplo, é importante ter em mãos os dados dos outros envolvidos, a hora do acidente e o Boletim de Ocorrência registrado na polícia.

Logo que acionada, a seguradora informa ao indivíduo quais os passos para receber a indenização.

Normalmente, é preciso apenas entregar alguns documentos e aguardar o processo de transferência do carro — ou, em caso de sinistro parcial, de contato e pagamento da oficina.

Agora que você já sabe como funciona o sinistro do seguro auto PCD, que tal realizar uma cotação e aproveitar o desconto?

Pesquise, pois essa pesquisa vai garantir que você contrate a melhor proteção, pelo melhor preço.

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Jeniffer Elaina da Silva

Especialista em seguros, Jeniffer Elaina trabalha com redação, revisão e otimização SEO desde 2012. É formada em Marketing com pós em Administração na FGV e atualmente cursa Gestão de Seguros. Possui mais de 2.000 textos e 5 e-books publicados na área de seguros.

3 Comentários

  • Angelo says:

    Bom dia,

    E se o veículo sinistrado tiver sido comprado há mais de 4 anos? Ainda assim os impostos devem ser recolhidos antes de transferir para a seguradora? Meu entendimento é que não precisam ser recolhidos, no entanto ao renovar um seguro nestas circunstâncias, a apólice deveria ser normal e não especial, o que não parece ocorrer.

    Att

  • Armando Goncalves says:

    Oi,

    Valor e condições de pagamento para Seguro Renegade 0 km pcd. Valor de nota R$ 54.862,00, automático, 2018.

    Obrigado

    • Sanaira Silveira says:

      Boa noite Armando,

      Obrigada por comentar no SeguroAuto,
      Para fazer uma cotação ou renovação de seguro, preencha o formulário em nossa página clicando no link https://www.seguroauto.org/cote/ para que um corretor parceiro entre em contato com você.

      Atenciosamente.

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