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Seguro para carros recuperados

Veículos com “Sinistro Indenização” dificilmente conseguirão ter um seguro para carros recuperados.

O roubo de veículos é uma grande preocupação no Brasil, somente no ano de 2016 foram 557 mil veículos levados segundo o Fórum Brasileiro de Segurança pública.

Em 2017, no estado de São Paulo, de janeiro a junho foram registrados 101.408 casos de roubos e furtos e somente 45.651 foram recuperados.

Muitas vezes esse veículos recuperados acabam indo para as seguradoras e tem como destino os leilões.

Porém, esse não é o único motivo que faz com que carros parem em leilão. Mas a grande dúvida é se ao adquirir um veículo desses será possível fazer um seguro.

Seguro para carros recuperados

 

A origem do carros de leilão

Antes de tudo é preciso entender como os carros vão parara no leilão, isso porque a origem do veículo pode afetar no seu aceite no seguro.

Carros sinistrados de colisões – são veículos que sofreram colisões e foram recuperados e no documento pode constar “sinistro recuperado” quando houve uma colisão leve ou média ou “Sinistro Indenização” no caso de colisão grave, o popular perda total.

Carros sinistrados de roubo ou furto – o veículo foi roubado, porém foi recuperado após o pagamento da indenização e acabou indo a leilão.

Financiamento – isso corre quando é feito um financiamento junto ao banco e as parcelas deixam de ser pagar. O banco toma o veículo e o leva a leilão para cobrir os prejuízos.

Frotas de empresas – existem empresas que vendem as suas frotas para comprar novos veículos e optam pelo leilão.

Pessoa físicas- as pessoas podem colocar os seus carros a venda no leilão para conseguir bons preços por eles.

Vale ressaltar que a sinistralidade do veículo é definida pelo Código Nacional de Trânsito (CONTRAN) e que as seguradoras utilização essa informação.

Mas é possível fazer um seguro para carros recuperados?

Depende. Em alguns casos pode ficar mais fácil de fazer um seguro para carros recuperados, mas sempre é preciso solicitar um cotação para verificar essa possibilidade com a seguradora.

  • São avaliados diversos critérios para que o seguro seja liberado, além do histórico do veículo se considera o perfil do motorista.
  • Mas, para que entenda melhor essa situação alguma situações que costumam acontecer.
  • Quando a seguradora aceita um carro recuperado é comum que o valor da indenização não seja o integral da tabela FIPE, ele costuma ser 70% dela.
  • Os carros sinistrados com pequena monta ou que não tenham nenhuma informação de sinistro costumam ser aceitos com maior facilidade.
  • Os veículos com média ou grande monta têm uma grande chance de ser recusados pelas seguradoras, mas para ter essa certeza deve-se fazer uma cotação.
  • Os carros recuperados de financiamento são bem aceitos pelas seguradoras, dificilmente ocorre algum impedimento.
  • Além da cotação para saber se o veículo será aceito no seguro, existe a vistoria. Essa pode acarretar na negativa do seguro ou avaliar o veículo com um preço inferior, fazendo com que a indenização seja bem abaixo da tabela FIPE.

Portanto, para saber se o seu veículo recuperado poderá ter um seguro é preciso que seja solicitada uma cotação. Mesmo sabendo das situações de maior aceite ou recusa, cada caso é avaliado de forma única.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

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