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4 tipos de transmissões de carro que você precisa saber diferenciar

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Quando se pensa em dirigir, logo se imagina que é preciso usar três pedais e saber a função de cada um deles.

Porém, hoje, nem todos os carros necessitam de todos eles para funcionar, existem vários tipos de transmissões que funcionam de forma diferente.

Se você falasse isso há algum tempo, as pessoas achariam uma loucura, mas, atualmente, câmbios automáticos e outros são mais comuns do que se imagina.

Mas, caso esteja pensando em tirar a sua habilitação, saiba que terá que usar todos eles e somente depois escolher o tipo de câmbio do seu carro.

Para entender melhor o assunto, veja o que torna cada transmissão única.

4 tipos de transmissões de carro que você precisa saber diferenciar

  1. Transmissão manual

Apesar de ser o modelo de transmissão mais antiga, ainda é bastante usada e considerada uma das mais seguras.

Essa caixa utiliza a embreagem de fricção modulada, que é controlada pelo pé do motorista. Ela é que liga a energia rotacional do motor até a transmissão.

Acionando um conjunto de engrenagens, que funcionam de forma combinada com o câmbio, operado manualmente.

Ao longo dos anos, o câmbio passou por algumas mudanças, como o número de marchas, mas isso não alterou o seu funcionamento.

Apesar dos modelos mais novos nem sempre terem essa opção como preferência, ela ainda é mais segura e simples. Sem falar que a manutenção é bem mais barata e os problemas podem ser corrigidos com facilidade.

Outro ponto que chama a atenção é que a transmissão manual permite uma maior economia de combustível. Por conta de sua simplicidade, ela acaba tendo esse reflexo.

  1. Transmissão automática

Apesar de no Brasil essa ainda não ser tão comum, nos Estados Unidos é a preferida dos motoristas e está bem presente nas ruas.

Para que a energia de rotação do motor seja transmitida, ela utiliza um conversor de torque.

As mudanças das marchas são feitas por um computador de bordo que trabalha em conjunto com embreagens, freios e engrenagens planetárias.

O motorista só precisa escolher a transmissão que deseja e não se preocupa com mais nada. Apesar da dirigibilidade ser bastante simples, não se pode dizer o mesmo de sua mecânica.

Os problemas podem surgir com mais facilidade e serem difíceis de resolver. Em relação ao consumo de combustível, ele é maior do que a transmissão manual, porém menor do que as primeiras gerações da transmissão automática.

Aliás, você sabe se o câmbio automático gasta mais combustível?

  1. Transmissão continuamente variável (CVT)

Quem dirige o CVT, parece estar em um carro automático, porém, a mecânica é completamente diferente.

Ele trabalha com correias e polias ao invés da engrenagem, que são comandadas por um computador de bordo.

Acaba consumindo menos combustível que os carros automáticos e tendo uma mecânica mais simples. Os reparos são mais simples de realizar e um pouco menos caros.

A grande desvantagem desse tipo de transmissão está na sua dirigibilidade. Como se trabalha apenas com a aceleração, pode-se ter a sensação de que está operando uma máquina e não dirigindo um carro.

  1. Transmissões semiautomáticas e de dupla embreagem

Podemos chamá-la de um misto da transmissão automática com a transmissão manual.

O sistema mecânico é bastante parecido com a transmissão manual, porém, para fazer a mudança de marcha, usa um sistema pneumático.

Ele possui um sistema de embreagens duplas, separadas por marchas ímpares e pares. Essas podem ser operadas de forma manual ou automática.

Esse tipo de transmissão permite a mudança rápida da marcha com alto rendimento e faz com que seja utilizada nos carros de corrida que precisam de potência.

Em contrapartida, possui uma mecânica bastante complexa, o que eleva seu preço de compra e de manutenção.


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1 comentário

  • Carlos Alberto Queiroz Pinheiro says:

    Excelente artigo!

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