Confira a lista atualizada das motos mais roubadas do Brasil em 2025 e descubra quais modelos estão no topo das estatísticas de furtos e roubos. Além de identificar as motocicletas mais visadas, este conteúdo traz informações essenciais sobre os fatores que tornam alguns modelos alvos frequentes, as regiões com maior incidência de crimes e, principalmente, dicas práticas para reduzir os riscos e proteger o seu veículo de forma eficaz.

As motos mais Roubadas do Brasil em 2025 continuam sendo um dos veículos mais visados por criminosos no Brasil, e saber quais modelos lideram as estatísticas de roubos é essencial para quem possui ou planeja adquirir uma motocicleta.
Mas por que algumas motos são roubadas com mais frequência do que outras? Fatores como a alta demanda no mercado de peças, popularidade do modelo e facilidade de revenda estão diretamente relacionados a esse problema.
Se você deseja saber se sua moto é um alvo em potencial ou quer se proteger de possíveis prejuízos, este conteúdo trará informações detalhadas, estatísticas confiáveis e dicas práticas para evitar riscos.
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Continue lendo e descubra as motos mais roubadas do Brasil em 2025, os motivos por trás dessa realidade e como proteger seu bem de maneira eficaz.
Índice do Conteúdo – Motos Mais Roubadas no Brasil em 2025
- Panorama atual dos roubos de motos no Brasil em 2025
- Estatísticas recentes
- Análise comparativa: Houve aumento ou redução nos roubos de motos em 2025?
Top 10 motos mais roubadas no Brasil em 2025
A moto mais roubada do Brasil: Reflexão sobre o modelo mais visado - Fatores que influenciam os roubos
Impacto regional
Perfil dos proprietários
Medidas de prevenção realmente eficazes
Procedimentos em caso de roubo - Impacto econômico
Conclusão: Mantenha-se atento - Perguntas frequentes (FAQs)
Panorama atual As Motos Mais Roubadas do Brasil em 2025
O roubo de motos permanece uma preocupação crescente em 2025. Motocicletas continuam sendo alvo preferencial de criminosos, principalmente por sua popularidade e alto valor de mercado de peças.
Além disso, a agilidade desses veículos facilita a fuga em ações criminosas, agravando ainda mais a situação.
Em várias regiões do país, motos ultrapassam carros no ranking de veículos mais roubados, e a escolha de determinados modelos está diretamente ligada à demanda por peças e componentes no mercado paralelo.
Regiões metropolitanas seguem sendo as mais impactadas, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Estados do Norte e Nordeste também registram aumentos significativos, mostrando que o problema é nacional.
Além da perda material, muitas motos são meios de transporte essenciais ou ferramentas de trabalho, como no caso de motoboys e entregadores, tornando o impacto do roubo ainda maior.
Estatísticas recentes
Em 2025, o Brasil registrou mais de 1,6 milhão de motocicletas emplacadas, representando um crescimento de cerca de 7% em relação a 2024. Esses dados refletem a expansão do setor de motos no país e foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que monitora os registros de veículos no Brasil (Fonte).
Em São Paulo, foram registrados 28.700 casos de roubo ou furto de motocicletas nos primeiros nove meses de 2025, uma redução de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Análise comparativa: aumento ou redução nos roubos
Enquanto São Paulo apresentou uma redução nos índices de roubo de motocicletas, refletindo ações mais efetivas de policiamento e medidas de prevenção, estados do Nordeste, como Ceará e Pará, registraram um aumento significativo nos casos de furtos e roubos. Essa diferença evidencia as disparidades regionais no combate a crimes contra veículos, sendo influenciada por fatores como menor presença policial em áreas afastadas, infraestrutura urbana limitada e a crescente circulação de motos em cidades médias e pequenas, o que torna esses locais mais vulneráveis a ações criminosas.
Estatísticas recentes
Em 2025, o Brasil contabilizou aproximadamente 1,6 milhão de novas motocicletas em circulação, registrando um crescimento considerável em relação a 2024. Esse aumento na frota demonstra não apenas a popularidade das motos como meio de transporte acessível, mas também a crescente demanda por veículos leves e ágeis, especialmente em áreas urbanas com trânsito intenso.
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As regiões com maior número de roubos continuam sendo São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, estados que concentram grande parte da frota nacional e apresentam alta densidade populacional, fatores que favorecem a ação de criminosos. Em São Paulo, por exemplo, os primeiros nove meses de 2025 registraram cerca de 31.200 casos de roubo e furto de motocicletas, números que, embora ligeiramente inferiores aos do ano anterior, ainda revelam a vulnerabilidade de motociclistas e proprietários em determinadas áreas urbanas e periféricas.
Entre os modelos mais visados pelos criminosos, a Honda CG 160 permanece no topo da lista, devido à sua ampla utilização como transporte pessoal e ferramenta de trabalho, seguida pela Yamaha Fazer 250 e a Honda Biz 125. Esse padrão reflete tendências observadas em anos anteriores, mostrando que determinados modelos continuam sendo alvos recorrentes, não apenas pela popularidade, mas também pela alta demanda por peças no mercado paralelo, o que facilita a revenda e contribui para a ação de quadrilhas especializadas em roubo de motos.
Top 10 motos mais roubadas no Brasil em 2025

Baseado em dados de seguradoras e registros policiais, os modelos mais visados em 2025 são:
| Posição | Modelo | Motivo do roubo | Região com maior incidência |
|---|---|---|---|
| 1 | Honda CG 160 | Popularidade, uso em transporte e motoboys, fácil revenda de peças | São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro |
| 2 | Honda CG 150 | Popular, com peças procuradas no mercado paralelo | São Paulo, Rio Grande do Sul |
| 3 | Yamaha Fazer 250 | Média cilindrada, peças de reposição valiosas | Rio de Janeiro, São Paulo |
| 4 | Yamaha XTZ 250 / XTZ 250 Lander | Robustez, versatilidade urbana e rural | Nordeste e Sudeste |
| 5 | Honda XRE 300 | Uso urbano e off-road, alto valor de revenda | Sudeste e Centro-Oeste |
| 6 | Honda PCX 150 | Scooter popular, peças valorizadas | São Paulo, Rio de Janeiro |
| 7 | Honda CBX 250 Twister | Popularidade entre jovens e motofretistas | Sudeste e Sul |
| 8 | Honda CG 125 | Simples e com grande frota em circulação | Norte e Nordeste |
| 9 | Honda NXR 160 Bros | Versátil, muito utilizada no trabalho | Norte e Nordeste |
| 10 | Yamaha NMax 160 / Honda Biz / Yamaha MT‑03 | Modelos urbanos e scooters com peças procuradas | Grandes centros urbanos |
Medidas de prevenção realmente eficazes
Proteger sua moto contra roubos exige mais do que cuidados básicos; é necessário combinar estratégias físicas, tecnológicas e comportamentais para reduzir significativamente os riscos. Algumas medidas eficazes incluem:

Investir em tecnologias de rastreamento e monitoramento:
Equipamentos como rastreadores GPS, bloqueadores eletrônicos e alarmes conectados a aplicativos móveis permitem localizar rapidamente a motocicleta em caso de roubo, aumentando as chances de recuperação.
Estacionar em locais seguros e iluminados:
Sempre que possível, opte por estacionamentos monitorados ou garagens privadas. Evite ruas desertas, pouco iluminadas ou com histórico de crimes, especialmente à noite.
Utilizar travas físicas e correntes reforçadas:
Combinar diferentes tipos de travas, como trava de disco, corrente de aço e bloqueio no guidão, dificulta a ação de criminosos e desencoraja tentativas de roubo rápido.
Evitar padrões previsíveis de deslocamento:
Mudar horários e trajetos habituais ajuda a reduzir a vulnerabilidade, dificultando que criminosos antecipem os movimentos do proprietário.
Investir em seguro completo para motos:
Um seguro abrangente não só cobre roubos e furtos, mas também protege contra danos causados em acidentes. Isso proporciona segurança financeira e tranquilidade ao proprietário.
Aderir a soluções de monitoramento comunitário:
Participar de grupos de motociclistas, associações e aplicativos de alerta coletivo ajuda a compartilhar informações sobre áreas de risco, bloqueios e ocorrências recentes, aumentando a proteção em nível local.
Manutenção preventiva e registro adequado da moto:
Manter a motocicleta em bom estado e atualizar informações no Detran, incluindo alertas de roubo ou bloqueio em sistemas oficiais, dificulta a venda ilegal do veículo e a comercialização de peças no mercado paralelo.
Combinando essas medidas, proprietários aumentam significativamente a proteção de suas motocicletas, reduzindo os riscos de roubo e garantindo maior segurança para o dia a dia.

- Invista em rastreadores GPS e alarmes;
- Estacione em locais seguros e iluminados;
- Use travas de disco e correntes;
- Faça seguro contra roubo e furto;
- Evite rotinas previsíveis ao se deslocar;
- Participe de grupos de motociclistas para troca de alertas sobre áreas de risco.
FAQ
1. Quais são as motos mais roubadas no Brasil em 2025?
As motos mais roubadas incluem Honda CG 160, Yamaha Fazer 250, Honda Biz 125, Honda CB 500X e Yamaha XTZ 150 Crosser. A popularidade e a demanda por peças impulsionam essas ocorrências.
2. Por que a Honda CG 160 continua sendo a mais roubada?
Por sua popularidade, uso intenso por motoboys e facilidade de revenda de peças no mercado paralelo.
3. Como posso proteger minha moto em 2025?
Use rastreadores GPS, alarmes, travas de disco, evite estacionar em locais isolados e invista em seguro. Também siga rotinas imprevisíveis e participe de redes de alerta entre motociclistas.
4. O que fazer se minha moto for roubada?
Registre um Boletim de Ocorrência, informe a seguradora, notifique o Detran, verifique o rastreador e divulgue nas redes sociais.
5. Quais regiões têm mais roubos de motos em 2025?
As regiões metropolitanas, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador, lideram os casos devido à alta circulação de motos e densidade populacional.
6. O seguro cobre roubos de motos no Brasil?
Sim, muitas seguradoras oferecem cobertura contra roubo e furto. Verifique as condições do contrato e os valores das apólices.
Conteúdo revisado por Walter Tadeu de Oliveira Filho, Corretor de Seguros – Registro SUSEP: 201103878



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