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Condutor adicional muda o preço do seguro?

Vai contratar um seguro e quer saber quais fatores influenciam no preço da proteção? Bom, a inclusão de um condutor adicional e o tipo de uso do carro são só alguns aspectos avaliados pela seguradora.

Incluir um condutor adicional no seguro é, sim, algo que vai aumentar seu preço. Mesmo assim, é algo fundamental.

Especialmente porque, ao contratar um seguro, é preciso informar tudo à seguradora. Do contrário, o segurado corre o risco de ter problemas depois.

Falamos sobre tudo isso ao longo do texto. Continue lendo!

Condutor adicional muda o preço do seguro?

Imagem: Getty Images

Quem é o condutor adicional no seguro?

Um carro tem sempre um condutor principal. Ou seja, aquele motorista que mais utiliza o veículo. Esse usuário deve ser indicado à seguradora, para que ela considere seu perfil na hora de cotar o seguro.

Mas o condutor principal pode não ser o único a dirigir o carro. Na verdade, também é comum que haja condutores adicionais no seguro.

Um condutor adicional nada mais é do que um motorista que usa o carro segurado de modo frequente. Não tanto quando o motorista principal, mas chegando próximo disso.

Ele precisa ser indicado na apólice do seguro. Apenas assim a seguradora vai garantir que o carro tenha cobertura após um sinistro.

Você pode inserir na sua apólice quantos condutores adicionais achar necessário. Na verdade, o ideal é que todos que realmente utilizam o carro de modo frequente sejam colocados no contrato.

Mas vale destacar um ponto. Se você empresta seu carro algumas vezes a um amigo ou parente, esse indivíduo não precisa ser colocado na apólice.

Ele não será um condutor frequente, entende? Será apenas um motorista eventual, que pode, algumas vezes, usar o carro.

Se um sinistro ocorrer e esse condutor eventual estiver ao volante, você não terá problemas. Será preciso apenas explicar à seguradora que você emprestou o veículo momentaneamente.

Claro, o sinistro só vai garantir uma indenização se as regras da seguradora forem seguidas. Dirigir embriagado, por exemplo, é contra a lei, e exime a seguradora de pagar por qualquer prejuízo.

Sem contar que o sinistro precisa estar coberto na apólice. Se você não tiver cobertura contra colisões, por exemplo, e sofrer uma colisão, terá que arcar sozinho com o prejuízo. Afinal, a seguradora não vai pagar nenhuma indenização.

Outros fatores que definem o preço do seguro

Na hora de cotar um seguro auto, a seguradora avalia o perfil do motorista e do veículo. O preço é determinado com base em informações como idade, tempo de CNH e sexo do condutor.

Basicamente, quanto mais tempo de carteira o motorista possuir, mais barato ele vai pagar pelo seguro. Afinal, a experiência ao volante costuma garantir mais prudência e menos risco de sinistro.

O sexo feminino também paga menos por um seguro auto. Isso porque, as mulheres se envolvem menos em acidentes.

Esse perfil de risco é considerado tanto para os motoristas principais, quanto para o condutor adicional. Então, pode ser que o preço do seguro mude muito de acordo com quem aparece na apólice.

Por exemplo: se todos na apólice, motorista principal e adicional, forem homens, o preço do seguro será A. Se um dos homens for mais velho e o outro jovem, o custo será B.

Agora, se uma mulher for a condutora principal, e um homem o adicional, o custo será C. Normalmente mais baixo, exatamente porque a motorista mulher vai dirigir mais o carro.

Aqui, vale um destaque. Pensando exatamente em deixar o seguro mais barato, muitos segurados mentem à seguradora. Alguns motoristas homens, por exemplo, colocam suas esposas como motoristas principais. Mas, na verdade, eles são os condutores que mais utilizam o carro.

Nesse tipo de situação, a proteção vai mesmo se tornar mais barata. Porém, essa estratégia para pagar menos pode gerar vários problemas depois.

Isso porque, após um sinistro, as seguradoras conferem se as informações que possuem condizem com a realidade.

Caso não (como quando o condutor principal é uma pessoa diferente), a empresa pode alegar fraude por parte do usuário. Então, a indenização terá pagamento negado, e o consumidor terá que pagar sozinho pelo prejuízo.

Por que informar sobre o condutor adicional à seguradora?

Como explicamos acima, as seguradoras avaliam as informações que possuem sobre o carro e seu motorista após um sinistro.

Quando os dados não condizem com a realidade, a indenização pode ser negada. Afinal, o segurado terá “trapaceado” na hora de contratar sua proteção.

O mesmo vale para quando o usuário mente, ou não informa sobre o condutor adicional. Então, para evitar problemas, é preciso sempre incluir esse motorista na apólice.

Foto de Jeniffer Elaina da Silva

Especialista em seguros, Jeniffer Elaina trabalha com redação, revisão e otimização SEO desde 2012. É formada em Marketing com pós em Administração na FGV, possui curso técnico em Direito do Seguro e atualmente cursa Gestão de Seguros. Possui mais de 2.000 textos e 5 e-books publicados na área de seguros.

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