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Como funciona a indenização de carros financiados com perda total?

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Se você quer entender melhor como funciona a indenização de carros financiados com perda total, está no lugar certo. Leia esse artigo até o final e entenda como esse processo acontece.

A maior parte das compras de automóveis no Brasil se deve a financiamentos. E além de ser uma condição de compra comum, essa também é uma das grandes geradoras de dúvidas em relação ao seguro auto.

Entre as dúvidas que podem surgir entre esses proprietários, uma bem frequente é sobre como funciona a indenização para carros financiados que sofrem perda total. Se você quer entender melhor essa questão acompanhe.

Como funciona a indenização de carros financiados com perda total?

Como funciona a indenização de carros financiados com perda total?

A primeira coisa que deve ficar clara é que, a indenização por perda total para carros financiados, ou alienados como alguns chamam, funciona de maneira diferente da indenização para perda total de carros quitados.

Essa diferença ocorre pelo seguinte motivo: quando um carro é sinistrado e a indenização é paga por ele, ele passa a pertencer à  seguradora. Como se ela tivesse comprado o carro danificado pelo valor de um em prefeito estado.

Quando falamos de um veículo quitado, a indenização é paga ao segurado, já que o veículo é dele, mas, quando o assunto são carros alienados, existem alguns procedimentos que devem ser cumpridos.

Nesses casos é preciso que a seguradora quite o veículo junto a empresa a financeira ou empresa que o financiou. Para que só então ele possa ser transferido para o nome da seguradora.

Apenas depois que a baixa do gravame é concluída que a seguradora consegue transferir o veículo para sua propriedade e então realizar o pagamento indenizatório. Se esse procedimento não for seguido o pagamento não será liberado.

Como são feitas as indenizações integrais de carros alienados?

Existem duas maneiras de realizar o pagamento indenizatório de carro alienados. Na primeira opção, o cliente pode quitar o veículo junto a financiadora e assim receber o valor integral da indenização.

Na segunda opção, a seguradora deverá quitar o veículo junto a administradora ou financeira com o dinheiro da indenização e, caso sobre algum valor ele é transferido ao segurado. Veja alguns exemplos a seguir:

Exemplo da primeira opção: José tem um carro financiado que vale R$ 80 mil de acordo com a Tabela Fipe, e ainda precisa pagar R$ 25 mil para poder quitá-lo. Seu carro sofreu perda total em um sinistro e ele decide então pagar o valor de R$ 25 mil à financiadora, assim ele poderá receber a indenização de R$ 80 mil integralmente.

Exemplo da segunda opção: no mesmo modelo do exemplo anterior, José pode achar mais conveniente que a seguradora quite o veículo junto a financiadora com quem ele negociou. Nesse caso, a seguradora pagará o valor de R$ 25 mil á financiadora, e o José receberá a diferença, que nesse caso será R$ 55 mil.

Substituição de garantia

Existe ainda uma terceira opção, que pode ser negociada caso o cliente não tenha o dinheiro para quitar o veículo, ou sua indenização não seja suficiente para que a seguradora realize a quitação junto a financiadora. Nesse caso, o cliente pode optar por substituir o carro da dívida. Esse procedimento é chamado de substituição de garantia, e deve ser feito da seguinte maneira: o segurado se encaminha até a financiadora e informa que deseja utilizar a indenização total para adquirir um novo carro no lugar do perdido.

Nesse caso, o cliente deve comprar um novo veículo para substituir o antigo. Assim o antigo poderá ter sua baixa no gravame e o cliente então receberá a indenização. Que na sequência deverá ser transferida à financiadora, como pagamento do novo veículo.

Vale dizer que nem todas as financiadoras aceitam esse tipo de negociação, devido ao risco de o cliente sumir com o carro novo e o dinheiro da indenização. Mas, se essa for a melhor escolha para seu caso, é preciso que ela seja tentada.

O que acontece quando o financiamento é maior que a indenização integral?

Não é raro acontecer do valor do financiamento ser maior que a indenização integral a ser recebida no caso de perda total. Nessas situações cabe ao segurado negociar com a financeira uma maneira de resolver essa questão. Podendo inclusive optar pela opção da substituição de garantia.

Vale dizer que o seguro auto não cobre perdas financeiras, apenas o valor referente ao bem segurado. Ou seja, caso você tenha um carro alienado perdido, sua indenização será de acordo com o valor do carro, não incluindo juros ou taxas derivadas de negociações.


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