Seta Balao

COTE AQUI SEU SEGURO AUTO RAPIDINHO!

Qual é a marca do seu carro?

O seguro pode ser feito com documentos atrasados?

Pensando em fazer um seguro para o carro, mas anda sem dinheiro para pagar os documentos atrasados? Acompanhe o texto e descubra como contratar a proteção mesmo assim!

Na hora de contratar um seguro, sempre surgem dúvidas. Quais coberturas obter? Qual a melhor seguradora? Posso fazer seguro com documentos atrasados? Foi para responder algumas destas perguntas que produzimos este texto. Especialmente sobre a documentação do veículo. Afinal, se as licenças do seu carro estão atrasadas, esse poderia ser um novo problema para se preocupar, não é mesmo?

É bastante simples contratar um seguro de carro, mesmo com impostos atrasados. Tudo depende da seguradora com a qual você deseja fazer negócio. Cada empresa possui suas próprias regras sobre o assunto e, por isso, vale a pena pesquisar bastante. Se a seguradora A recusar o seu seguro, a B poderá aceitá-lo.

A seguir, explicamos quando e como você pode adquirir um seguro para o seu automóvel. Acompanhe e descubra tudo o que você precisa sobre o assunto!

O seguro pode ser feito com documentos atrasados?

Imagem: Getty

Como fazer seguro auto com documentos atrasados?

Todo ano, os motoristas precisam renovar as permissões do carro. Essas permissões incluem pagar o  Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) e o licenciamento do automóvel. Dentre todos, o licenciamento é o único que pode impedir a contratação de um seguro auto.

Contratar um seguro é relativamente simples. Primeiro, o consumidor precisa pesquisar entre as seguradoras e avaliar qual delas oferece as melhores coberturas ao seu caso. Esse processo pode ser realizado com a ajuda de um corretor, já que ele é especialista no assunto.

Com a seguradora escolhida, o usuário preenche um formulário de análise de perfil. As informações prestadas à empresa têm como objetivo indicar o nível de risco de sinistro do carro e do seu motorista. Quanto mais chances existirem de sinistro, maior será o custo do seguro.

São avaliados os mais variados fatores. A seguradora verifica, por exemplo, o histórico de batidas do carro, o local de moradia do indivíduo, onde o auto fica estacionado, o modelo do veículo e mais. Se o tipo de carro também tiver alto índice de roubo, sua proteção será mais cara.

Também é comum que a seguradora realize uma vistoria prévia no veículo. Assim, ela pode verificar quais as condições mecânicas e elétricas do carro, assim como outros fatores.

A recusa do seguro pela seguradora

Após a solicitação da proteção pelo consumidor, a seguradora tem, por lei, até 15 dias para analisar o pedido. Depois, pode aceitá-lo ou recusá-lo, mas apresentando justificativa para a recusa. Assim, o usuário pode tentar corrigir os erros que levaram à rejeição e solicitar uma nova proposta.

No período de análise do seguro, as seguradoras costumam oferecer uma proteção temporária ao motorista. Elas também podem fazer a cobrança de um valor antecipado do seguro. Se forem estes os casos, a empresa tem até 10 dias corridos após a recusa para ressarcir, de modo proporcional, os valores já pagos.

Os principais motivos para a rejeição de cobertura são problemas na vistoria prévia e a falta de documentação do veículo. Ou seja, o licenciamento do carro é fundamental para a contratação do seguro. Sem ele, é bem difícil que o usuário consiga contratar uma proteção. IPVA e DPVAT, por outro lado, não precisam estar em dia para a contratação do serviço.

A renovação atrasada da carteira de habilitação também não elimina a possibilidade de contratação do seguro. Porém, neste caso é necessário que o atraso seja de até 30 dias, e que a CNH esteja em processo de renovação. O segurado precisa estar com a sua carteira em dia para manter a proteção para o veículo.

O que acontece se IPVA e DPVAT estiverem atrasados?

Como você já viu, não há problema em contratar um seguro com IPVA e DPVAT atrasados. Porém, o quadro muda de figura após um sinistro integral.

Um sinistro integral, ou perda total, acontece quando os danos ao carro são superiores a 75% do seu valor de mercado. Quando isso acontece, a seguradora paga indenização suficiente para a compra de um novo veículo.

Perda integral do carro

O processo de indenização de perda total requer algumas etapas. Após o registro do sinistro e entrega dos documentos, o segurado precisa transferir o carro sinistrado para o nome da seguradora. O passo a passo é o mesmo que seria feito se o seu carro tivesse sido vendido. Para essa transferência, nenhum imposto pode estar pendente. Então, é necessário quitá-los.

Neste momento, é possível tomar dois caminhos:

  • O segurado paga os débitos atrasados e informa à seguradora, que vai pagar a indenização; ou
  • A seguradora paga o débito em aberto, descontando-o do valor total da indenização, e paga os valores que restarem ao usuário.

Perda parcial do veículo

As etapas de quitação dos débitos não são necessárias no caso de perda parcial. A perda parcial ocorre quando os danos ao veículo têm reparo mais barato do que 75% do valor do carro. Neste caso, segurado e seguradora dividem os prejuízos, pagando o conserto à oficina.

O custo de responsabilidade do consumidor é chamado de franquia. Imagine que o seu carro sofra uma colisão e seu reparo terá custo de R$ 3 mil. A franquia do seu seguro é fixa e está determinada, em contrato, como sendo de R$ 1 mil. Isso significa que você, segurado, vai pagar à oficina R$ 1 mil para o reparo. Enquanto isso, a seguradora vai quitar os R$ 2 mil restantes.

É importante destacar que, dificilmente, você vai conseguir contratar um seguro com licenciamento atrasado. Mas, se o seguro já estiver em vigor antes do atraso, as regras serão as mesmas das citadas para o IPVA. Isso significa que, em caso de perda total, é preciso quitar os débitos com os órgãos responsáveis. Se a perda for parcial, dificilmente os valores terão influência na indenização.

Na hora de contratar o seu seguro com documentos atrasados, lembre-se de pesquisar bastante. Os custos da proteção variam muito por seguradora, assim como as suas coberturas. Em algumas empresas, as regras podem até ser diferentes. Vale a pena tirar todas as dúvidas com o corretor e avaliar qual proteção é a ideal ao seu automóvel.

Leia mais artigos sobre:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *