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Veja como o preço da gasolina muda hábitos com o carro

Muitos brasileiros estão deixando o carro em casa e mudando sua rotina para ir ao trabalho ou escola. Mas o motivo não é a melhora na qualidade do transporte público e sim porque a gasolina está muito cara.

O brasileiro está buscando alternativas ao carro particular, utilizando cada vez mais os aplicativos de transporte, como Uber, táxis, metrô, ônibus, bicicleta ou andando mais a pé. São novos hábitos na tentativa de trazer alívio ao orçamento.

A redução no uso do automóvel pode ser medida, entre outras coisas, pela redução no consumo de combustíveis e lubrificantes. Conforme levantamento publicado, há estados no Brasil que registraram uma queda de 3,2% neste ano, somente de janeiro a julho, com uma queda de 12,9% nos últimos doze meses.

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Imagem: globalcitizen

Tem gente que vendeu o automóvel por causa do preço dos combustíveis, depois de verificar que usando aplicativos, como o Uber, mesmo que diariamente, conseguia ter menos despesas, com conforto e mantendo o padrão de vida.

Parece que aquele “carro dos sonhos” para muita gente virou um pesadelo. Isso porque o combustível tem aumentado e há outras despesas para manter um automóvel, como seguro, taxas, impostos, manutenção e multas eventuais. Mesmo que se deixe o carro na garagem ou se use pouco, a despesas das quais ninguém escapa.

Há depoimentos de quem gastava R$ 500 por semana, somente para abastecer um modelo 4×4, com uma despesa mensal de R$ 2 mil. Utilizando o Uber,  despesa caiu para R$ 320 por semana, ou seja, cerca de R$ 1,2 mil por mês, o que significa uma economia de 40%.

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Imagem: vadebike

Quem adotou percursos a pé para a faculdade ou o trabalho, interligando os trajetos com o metrô, está notando a grande economia, em combustíveis, com redução de até 70% nas despesas mensais com transporte. Um grande componente para essa economia também é o corte no custo dos estacionamentos. Uma economia que é vantajosa também por outros motivos, porque representa uma caminhada benéfica para a saúde e até um tempo de leitura durante o trajeto do metrô.

Os constantes aumentos fizeram com que muitos resolvessem deixar o carro na garagem para pegar o ônibus. O uso apenas no final de semana já representa uma sensível economia. Muitos descobriram a utilidade das bicicletas. Quem resolveu ir de bike, pelo menos três vezes por semana, conforme relatos,reduziu o que gastava, cerca de R$ 400 mensais com gasolina, para R$ 200, uma redução pela metade nessas despesas. Está valendo a pena utilizar o carro apenas para compromissos que exigem o carro particular, como transportar mercadorias ou levar os filhos para a escola.

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Imagem: folhadacidadems

Preço da gasolina ficou assustador

Muitos estabelecimentos estão vendendo a gasolina por preços que beiram os R$ 5. Na maioria dos estados, na metade de setembro, o valor médio do litro era de R$ 4,67, de acordo com a pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os aumentos são determinados pela cotação do dólar, desde que a política de preços da Petrobrás começou a seguir o valor do barril de petróleo no mercado mundial.

Sempre que o dólar aumenta o combustível aumenta, isto significa que, quando o dólar aumenta, o brasileiro perde em seu poder de compra e fica mais pobre. Nós consumidores não conseguimos equilibrar um orçamento em real se as mercadorias que compramos estão com os preços relacionados ao dólar.

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Imagem: semanario

A redução no uso do automóvel significa um empobrecimento da população. Um fator que determina essa redução também tem sido a alta taxa de desemprego, que atinge 12,3% em julho deste ano. Deixar o carro na garagem, para muitos é uma economia forçada porque esconde a realidade de que o padrão de vida está despencando. As alternativas encontradas trazem, no entanto, um benefício coletivo, como a diminuição da poluição, se as pessoas optam bela bicicleta ou a caminhada, mas isso não é verdadeiro quando usam o Uber.

Fique alerta com o combustível para economizar

As diferenças entre combustíveis e entre combustíveis de boa qualidade e adulterados são importantes, para quem se preocupa em não ter gastos desnecessários e preservar o motor do carro. As dúvidas geralmente são sobre utilizar gasolina aditivada, comum ou premium, se é conveniente completar o óleo, se é melhor colocar gasolina ou álcool e sobre como perceber se estão adulterados.

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Imagem: Etanol anidro

A gasolina aditivada é muito boa para o carro, mas não estritamente necessária, segundo opinião do diretor da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Rogério Gonçalves. O que ela contém, segundo ele, são compostos como detergentes dispersantes, que agem reduzindo o acúmulo de impurezas que possam prejudicar a alimentação do motor.

A gasolina premium somente é necessária para veículos de alta performance e não modelos convencionais, em que nenhuma alteração se nota, enquanto que nos motores de alta performance o rendimento é maior. Essa é a opinião do engenheiro Henrique Pereira, da Sociedade de Engenheiros de Mobilidade (SAE) Brasil.

A gasolina comum tem um percentual de etanol anidro puro (sem água) que é determinada por lei. Atualmente essa quantidade é de 27%. Já o álcool que é vendido nos postos tem cerca de 5% de água.

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Imagem: peqengenhariajr

Existem adulterações que são muito comuns para as quais é preciso ficar atento e dessa forma evitar as fraudes dos combustíveis. Elas podem ser assim relacionadas:

Na quantidade – Existem bombas que contém um dispositivo que libera um volume menor de combustível do que aquele que o consumidor vê na máquina. Para fiscalizar os postos precisam fazer o teste de vazão na frente do cliente. Ele é realizado com a utilização de um recipiente que seja na medida-padrão de 20 litros. Não pode ser constatada uma diferença maior do que 100 ml para mais ou para menos. O motorista controla esse problema sabendo qual o volume do tanque do carro, o que é uma informação encontrada no manual do veículo.

Na qualidade:

No álcool – não pode haver um percentual de água acima do permitido por lei, que é de 5%. É proibida a adição de metanol, que é tóxico.

Na gasolina – existem produtos com porcentagem de álcool acima da permitida

É proibida a adição de solventes.

Combustível adulterado –

Sinais de combustível adulterado são: o aumento do consumo, a piora no rendimento, as falhas no funcionamento, como dificuldade de dar a partida e solavancos.

Existem danos que podem ser causados, conforme o volume do material adulterado. O prejuízo pode ser notado imediatamente ou a longo prazo. São eles: travamento dos bicos injetores, entupimento do filtro, danos na bomba de combustível, danos no catalisador, entupimento e corrosão no escapamento.  Os solventes não os elementos que mais prejudicam o veículo, promovendo corrosão grave no motor.

Carros flex –

Na hora de abastecer, os proprietários de carros flex estão optando pelo combustível mais barato. O cálculo que se fazia, de multiplicar o valor da gasolina por 0,7 e verificar se está menor do que o preço do álcool, pra optar pela gasolina, está defasado. Ele servia como base quando essa relação foi estabelecida para os primeiros carros flex, em 2003, mas as mudanças tecnológicas alteraram essa metodologia. O proprietário precisa avaliar o caso específico do seu carro, verificando com qual combustível o rendimento é melhor.

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