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Mortes no trânsito podem ser evitadas, faça a sua parte!

As mortes e ferimentos que ocorrem no trânsito provocam traumas e perdas econômicas para os indivíduos, suas famílias e o país. Isso leva a custos com tratamentos, investigação do acidente e perda de produtividade.

No início deste ano, a OMS publicou o seu Relatório Mundial sobre a Situação da Segurança no Trânsito 2018, com informações de 175 países.

A organização indica medidas baseadas em evidências que são capazes de reduzir significativamente as mortes e lesões no trânsito.

O foco está na gestão de velocidade, liderança, aplicação das leis de trânsito, melhoria de infraestrutura, normas de segurança dos veículos e cuidados para sobrevivência pós-acidente.

Mortes no trânsito podem ser evitadas, faça a sua parte!

Imagem: Pixabay

A OMS pretende ajudar os governos dos países membros a salvar vidas e conseguir atingir a meta de reduzir pela metade o número de mortos e feridos no trânsito até 2020.

Segundo seu relatório, os acidentes de trânsito custam à maioria dos países 3% do seu produto interno bruto (PIB).

A Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020 foi proclamada por meio de uma resolução da Assembleia Geral da ONU em 2010, em mais de 110 países, para milhões de vidas através de um plano global.

Entre 2016 e 2018, 1,35 milhão de pessoas morreram em colisões ou atropelamentos no mundo, segundo OMS.

Esse número vem aumentando ano após ano.

Ferimentos relacionados a acidentes como colisões e atropelamentos já são a principal causa de morte de crianças e jovens, com idades entre 5 e 29 anos, no mundo.

Ainda de acordo com o relatório “Relatório da Situação Global sobre Segurança no Trânsito”, 54% das mortes relacionadas ao trânsito envolvem motociclistas, ciclistas e pedestres, que são as pessoas mais frágeis no trânsito diante dos veículos como carros, ônibus e caminhões.

Mortes no trânsito podem ser evitadas, faça a sua parte!

Imagem: Pixabay

Fatores de risco e erros humanos que afetam a segurança

Segundo o relatório da OMS, são estes os fatores de risco para acidentes fatais no trânsito

Idade

Infelizmente, a idade atualmente chega a ser um fator de risco, porque as lesões ocorridas no trânsito são a principal causa da morte entre jovens e crianças, dos 5 aos 29 anos.

Gênero

Os homens tendem a se envolver em acidentes de trânsito do que as mulheres.

Cerca de 73% de todas as mortes no trânsito ocorrem entre jovens do sexo masculino com menos de 25 anos.

Isso quer dizer que a chance de um homem jovem morrer no trânsito é três vezes maior do que uma mulher jovem.

Os sistemas seguros são os que oferecem transportes seguros para todos os usuários das vias, tendo em conta a vulnerabilidade das pessoas às lesões graves no trânsito.

O sistema deve ser projetado para acomodar erros humanos.

Mortes no trânsito podem ser evitadas, faça a sua parte!

Imagem: Pixabay

Velocidade

O aumento na velocidade média está relacionado à possibilidade de ocorrência de um acidente, com consequências graves.

Estudos mostram que, a cada aumento de 1% na velocidade média, ocorre um aumento de 4% no risco de acidente fatal e um aumento de 3% no risco de acidente grave.

Em um choque entre carros, o risco de morte para seus ocupantes é de 85% a uma velocidade de 65 km/h, aumentando progressivamente.

Condução sob efeito de álcool ou drogas

Dirigir sob a influência de álcool ou qualquer droga psicoativa aumenta o risco de acidente com morte e lesões graves.

O risco de um acidente no trânsito aumenta significativamente quando o a Concentração de Álcool no Sangue (BAC) do motorista é ≥ 0,04 g/dl.

No caso do uso de drogas psicoativas, o risco de acidente fatal para uma pessoa que consumiu anfetaminas, por exemplo, é cerca de 5 vezes o risco de alguém que não o fez.

Condução sob efeito de álcool ou drogas

Imagem: Pixabay

Não utilização de capacetes (motociclistas), cintos de segurança e cadeirinha para crianças

O uso de capacetes pode diminuir em 42% o risco de mortes e em 69% o risco de lesões graves.

A utilização do cinto de segurança reduz o risco de morte entre motoristas e passageiros dos bancos dianteiros entre 45% e 50%.

O risco de morte e lesões graves entre passageiros dos bancos traseiros é reduzido em 25%.

A cadeirinha para crianças pode reduzir em 60% o número de mortes.

Não utilização de capacetes (motociclistas)

Imagem: Pixabay

Distração na direção

A distração causada por celulares é um fator de preocupação crescente para a segurança no trânsito.

Os motoristas que usam celulares enquanto dirigem têm cerca de 4 vezes mais chances de provocarem um acidente.

O uso de um telefone ao dirigir diminui os tempos de reação, principalmente o tempo de reação da frenagem.

Também diminui a reação aos sinais de trânsito, dificulta que o motorista mantenha o carro na pista correta e guarde as distâncias corretas.

As mensagens de texto durante a direção aumentam consideravelmente o risco de um acidente

Não utilização de cadeirinha para crianças

Imagem: Pixabay

Infraestrutura viária insegura

As vias devem ser projetadas considerando a segurança de todos os seus usuários, o que significa garantir serviços adequados para pedestres, ciclistas e motociclistas.

Ações como calçadas, ciclovias, pontos de passagem seguros e outras formas de regramento do trânsito são importantes para reduzir o risco acidentes graves.

Veículos inseguros

Veículos seguros são essenciais para a prevenção de acidentes e na redução da chance de acidentes graves. e lesões graves.

É preciso exigir que os fabricantes de veículos cumpram as regulamentações de impacto dianteiro e lateral, com controle eletrônico de estabilidade, airbags e cintos de segurança em todos os veículos.

Sem esses configurações básicas, o risco de lesões no trânsito, tanto para os ocupantes como para os pedestres e ciclistas aumenta consideravelmente.

Cuidados inapropriados após acidentes

A gravidade dos ferimentos em um acidente aumenta com a demora nas comunicações e no atendimento aos envolvidos.

O tempo é um fator determinante para o cuidado das lesões e atrasos de minutos fazem a diferença entre a vida e a morte.

Melhorar os cuidados após os acidentes exige a garantia de acesso ao atendimento pré-hospitalar e melhoria da qualidade do atendimento pré-hospitalar e hospitalar.

Deficiências na fiscalização das normas do trânsito

Se as leis de trânsito não forem cumpridas, não haverá redução nas mortes e lesões do trânsito.

É preciso fiscalizar com eficiência: direção sob efeitos do álcool, uso do cinto de segurança, limites de velocidade, capacetes e sistemas de retenção para crianças.

Como evitar mortes e ferimentos graves no trânsito

Muitas das soluções para reduzir o número de mortes no trânsito já são adotadas em países do primeiro mundo.

Entre elas estão leis rigorosas contra excesso de velocidade e consumo de bebidas alcoólicas pelos motoristas; uso obrigatório de cinto de segurança e capacetes para motociclistas; utilização de equipamentos de retenção para crianças, como cadeirinhas; passarelas para pedestres e também para ciclistas em estradas e avenidas movimentadas e construção de ciclovias.

Mortes no trânsito podem ser evitadas, desde que o governo adote medidas para a segurança no trânsito de maneira integral.

Isso envolve vários setores, como transporte, educação, segurança pública, saúde e ações para segurança dos veículos e usuários.

É preciso que exista uma infraestrutura mais segura, com elementos de segurança viária no planejamento das cidades e dos transportes; melhorar a atenção às vítimas de acidentes de trânsito e aumentar a conscientização pública sobre o tema.

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